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Os passos para a criação do primeiro banco do microcrédito no Brasil

17/01/2012 – 11h16
Grupo peruano pede autorização para criar banco no Brasil

DA AGÊNCIA BRASIL, EM BRASÍLIA

O grupo peruano ACP quer criar um banco comercial no Brasil. De acordo com comunicado divulgado pelo Banco Central, o grupo pretende instalar o Banco Ideal, com sede em São Luís (MA).

O capital inicial da nova instituição será de R$ 30 milhões.

Segundo o comunicado, o Banco Ideal será controlado indiretamente pelo Grupo ACP Inversiones y Desarollo, associação civil sem fins lucrativos, constituída no Peru.

A nota informa ainda que qualquer objeção à criação do banco deve ser encaminhada ao BC em 30 dias, a partir desta terça-feira. Essa comunicação deve ser formal, com autores identificados e com documentação comprobatória.

Segundo a assessoria de imprensa do BC, esse ainda é o primeiro passo para a criação do banco. Depois, o BC vai avaliar o pedido e também verificar se é preciso voto do Conselho Monetário Nacional, já que se trata de uma instituição com capital estrangeiro. Nesse caso, também é preciso um decreto presidencial, além da autorização do BC.

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Microcrédito se expande na Bahia

Com um total de R$ 33,9 milhões, o Programa de Microcrédito do Estado da Bahia – CrediBahia superou a meta estabelecida para 2011 de R$ 28 milhões. Em novembro, o programa bateu seu recorde, liberando R$ 4,1 milhões para trabalhadores autônomos. Para as instituições comunitárias de microcrédito foram liberados mais R$ 5,5 milhões. Nem mesmo a greve dos Correios e dos bancos, que impediram as operações em setembro e outubro, conseguiram reduzir a produção do CrediBahia.

Os números revelam que o CrediBahia continua em plena expansão. Com recursos da Desenbahia, o programa é administrado pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com o Sebrae e prefeituras municipais. Desde sua criação, em 2002, o programa já beneficiou 40 mil trabalhadores autônomos, liberou 86 mil contratos, num total de R$ 129 milhões em operações diretas e mais R$ 13,6 milhões em repasses para instituições operadoras de microcrédito.

Fonte: http://bahiadefato.blogspot.com/2011/12/microcredito-se-expande-na-bahia.html

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Luz amarela no Programa Crescer de Microcrédito

No dia 24 de outubro, pouco mais de um mês da publicação da Medida Provisória que promoveu adaptações na Lei 11.110, de 25 de abril de 2005, que criava o PNMPO – Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, eu escrevi aqui no Blog do Microcrédito uma avaliação crítica do Programa Crescer de Microcrédito Produtivo Orientado.

Naquele artigo, destaquei a ausência de interlocução com as entidades operadoras do microcrédito, com suas entidades representativas e com a própria equipe do PNMPO instalada no Ministério do Trabalho e Emprego. Afirmei textualmente que aquela medida provisória fora objeto elaborado apenas no âmbito do Ministério da Fazenda e dos bancos oficiais. Também observei que as medidas adotadas iam induzir a oferta dos recursos do microcrédito privilegiando os créditos mais altos em detrimento dos mais baixos, ressaltando que a adoção de uma política de juros subsidiados era um equívoco. Parte-se de uma premissa de que os pobres não sejam sujeitos livres de seu próprio desenvolvimento econômico, o que a meu ver configura um absurdo.

Não apontei naquele dia para um aspecto que discuti recentemente com um grupo de pessoas interessadas em implementar um programa de microcrédito: é obvio que os pobres desejam pagar os menores preços (taxas) possíveis para os serviços que lhes são oferecidos. Mas, também é óbvio que os pobres aceitam pagar por serviços que lhes assegure um atendimento que os respeite como clientes capazes de traçar sua própria trajetória, de tal modo que eles possam exigir um atendimento com os devidos préstimos. Nas políticas construídas sobre o princípio do subsídio, as organizações concedentes de crédito dependem daqueles que lhes pagam os subsídios e não dos empreendedores populares. Isto lhes retira a primazia que possuem os clientes sobre qualquer empresa e os converte em beneficiários de uma espécie de política de assistência social, que desfigura a essência emancipatória de qualquer verdadeiro programa de microcrédito.

O programa Crescer é expressão acabada da pretensão de hegemonia de alguns grupos no interior do Ministério da Fazenda e dos bancos oficiais na determinação das políticas de estímulo à economia popular, mesmo que para isso seja necessário promover a imposição de ditames que atentam contra a lógica.

Bem, não foi necessário muito tempo para que um dos expoentes do Ministério da Fazenda, sr. Gilson Bittencourt, tivesse que reconhecer que algo parece não corresponder aos resultados que se propagandeou desejar. Ao invés de créditos direcionados aos mais pobres, créditos de valor mais elevados do que aqueles da média nacional.

O que causa tristeza é verificar que a mesma falta de humildade que levou a desenhar o programa Crescer sem dialogar com a gama de instituições que vem operacionalizando o microcrédito no país, também será responsável por impedir que se reconheçam os erros. Isso fica evidente da tentativa de desculpar um erro de “target” dos clientes, como se fosse um “tatear” do mercado. Assim como jamais houve humildade em reconhecer o erro que foi a criação do Banco Popular do Brasil, em 2003.

Segue matéria do jornal Valor publicada no portal IG, sempre em tom ufanista:

BB fecha 10 mil operações de microcrédito para empreendedores
Empréstimos individuais ficaram, em média, próximos a R$ 4 mil, segundo secretário-adjunto do Ministério da Fazenda

Valor Online | 17/11/2011 13:18

O Banco do Brasil (BB) fechou 10 mil operações de financiamento no primeiro mês do Crescer, programa federal de microcrédito para pequenos empreendedores. Os dados prévios foram recebidos ontem pelo Ministério da Fazenda, que ainda não fez a análise detalhada dos números.

O secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, afirmou há pouco que já é possível notar que os empréstimos individuais ficaram, em média, próximos a R$ 4 mil, “acima da expectativa do governo” que era, segundo ele, de R$ 1 mil. Embora o valor seja “elevado”, isso mostra que o BB ainda está “tateando o mercado, e não fazendo novos clientes”, o que não é o propósito do programa, segundo Bittencourt.

O Crescer tem como objetivo atender a novos clientes. “Se isso se confirmar ao longo dos próximos meses, já começa a acender uma luz amarela em torno do programa”, disse o executivo, durante o Fórum Sebrae de Conhecimento, que ocorre até amanhã, em Brasília. O secretário-adjunto disse, ainda, que o ministério está monitorando o programa “em tempo real” e que qualquer problema servirá para “orientar novos rumos”.

O acordo entre BB e governo estabelece que a carteira ativa da instituição deve encerrar este ano em R$ 111 milhões, com 100 mil clientes ativos. De acordo com o secretário-adjunto, a meta da carteira ativa será cumprida, mas o número de clientes ativos ficará abaixo do acordado.

Pela primeira vez, o governo vai receber um detalhamento de quem contrata esse crédito: nome, CPF, valor do empréstimo, região e atividade que executa. Não foi possível ainda cruzar os dados de pessoas físicas. Entre as pessoas jurídicas, Gilson Bittencourt disse ter notado forte presença de vendedores de móveis e empresas de fretes.

O programa Crescer atende a empreendedores com faturamento anual de, no máximo, R$ 120 mil. O financiamento, nas modalidades capital de giro e investimento, pode chegar a R$ 15 mil, com taxas de juros de 8% ao ano. A taxa de abertura de crédito (TAC) é de 1%.

O prazo médio para capital de giro é de quatro a seis meses. No microcrédito para investimento, o prazo varia de 12 e 24 meses.

Fonte: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/bb-fecha-10-mil-operacoes-de-microcredito-para-empreendedores/n1597372166507.html

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Uso do microcrédito como estratégia de combate à miséria

DA AGÊNCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS

A importância do microcrédito foi um dos assuntos em destaque durante o Fórum Sebrae de Conhecimento, hoje (17), em Brasília.

Na primeira palestra do painel Brasil Sem Miséria: Os Desafios do Mundo Rural, o professor Ricardo Neder, da Universidade de Brasília, alertou para a importância da formação de uma rede sociotécnica específica, com agentes de microcrédito rural comunitário que analisem os pequenos projetos de desenvolvimento local. “Para fazer a inclusão produtiva rural é importante conhecer o mercado, a cultura e os valores locais”, ressaltou.

João Marcelo Intini, segundo palestrante do painel, destacou que o combate à pobreza está ligado a ações municipais territoriais –que levam em consideração geografia, cultura e fatores sociais. Ele explica que, de 16 milhões de pessoas que vivem na miséria, mais da metade está no meio rural e nos municípios do interior. João Marcelo é mestre em Agricultura Familiar e diretor do Departamento de Apoio à Aquisição e Comercialização da Produção Familiar do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Ele enfatizou ainda que o governo está dialogando com a população que se encontra na faixa de extrema pobreza, e que planeja ampliar os serviços públicos e programas que garantam renda, inclusão produtiva e estratégias de ocupação social. “Temos que aperfeiçoar o que já fizemos. Nosso foco é a inclusão produtiva rural com conhecimento, financiamento e mercado”, concluiu.

O terceiro palestrante, Laudemir Müller, secretário de Agricultura Familiar do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), apontou que 3,8 milhões de pessoas saíram da pobreza no meio rural, com crescimento da renda produtiva. Ele lembrou que o governo federal iniciou um programa com 30 mil famílias do semiárido de Minas Gerais e da Bahia, articulando política social com estratégias de inclusão produtiva.

“Oferecemos assistência técnica, mas também identificamos pessoas que não têm acesso a direitos básicos, como documentação, nem acesso ao bolsa família e à aposentadoria rural. Não vamos acabar com a pobreza extrema com fórmulas mágicas, tem que haver um envolvimento de toda a sociedade”, destacou.

Durante o debate no Espaço do Conhecimento Mundo Rural, o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, disse que a instituição conta com muitas experiências avançadas no agronegócio. “Vivemos um Brasil de muitas oportunidades, o que aumenta nossa responsabilidade, mas as oportunidades que não são aproveitadas podem se transformar em dificuldades”, alertou.

Experiência de sucesso

O painel mostrou também a experiência de sucesso do projeto Dom Hélder Câmara, coordenado por Espedito Rufino. O projeto piloto é um acordo de empréstimo, no total de US$ 50 milhões, entre o governo federal, o MDA e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrário das Nações Unidas, que desenvolve ações estruturantes para fortalecer a reforma agrária e a agricultura familiar no semiárido nordestino, investindo na articulação e organização dos espaços de participação social. As ações acontecem em seis Estados e beneficiam 15.374 famílias, com participação de 52 parceiros.

“A pobreza é vista como privação de capacidade, mas se houver oportunidades podemos combatê-la. Nosso projeto promove a integração e parceria entre Estado e sociedade, pois o enfrentamento da pobreza não pode ser apenas do Estado, mas uma ação dos agricultores, que devem conduzir seus projetos e varrer a questão do clientelismo”, destacou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/1008067-uso-do-microcredito-como-estrategia-de-combate-a-miseria.shtml

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O ranking do microcrédito

RECONHECIMENTO
Blusol e Banco da Família são classificados no ranking das 100 Melhores Instituições de Microcrédito da América Latina

O Blusol foi classificado no ranking das 100 Melhores Microfinanças da América Latina, apontado pelo Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Microfinance Information Exchange. A instituição aparece na 65ª posição com pontuação total de 62,87%. Em 85º lugar também está o Banco da Família, do Planalto Catarinense, com 58,28% da pontuação total.

Realizado pelo oitavo ano consecutivo, o ranking tem por objetivo destacar as 100 melhores instituições de microcrédito da América Latina e do Caribe. É elaborado com base no desempenho das instituições, em três áreas específicas: alcance, eficiência e transparência. Participam do ranking as instituições que tenham alcançado rentabilidade positiva sobre ativos nos três últimos anos.

O Blusol também aparece entre as 20 instituições com maior crescimento, ocupando a 19ª posição. Dos 2.670.414 empréstimos realizados pela entidade, 1.619 foram direcionados à microempresa, o que representa 37,4%. A empresa de microcrédito atende 52 municípios catarinenses e conta, atualmente, com 6,9 mil clientes ativos. No último ano, foram liberados R$ 20,5 milhões em empréstimos. “É hora de comemorar e fortalecer nossas convicções para seguir o projeto. Este foi mais um passo rumo ao crescimento e evolução, não só do Blusol, mas acima de tudo da população da região onde atuamos”, comenta Claudio Peixer, presidente do conselho do Blusol.

Já o Banco da Família foi classificado com o 15º lugar entre as 20 instituições mais rentáveis. A empresa apresentou 10,2% de retorno sobre ativos e 18% de retorno sobre o patrimônio. No último ano, a instituição alcançou uma carteira ativa de R$ 15,8 milhões. O total de empréstimos já liberados pelo banco é de 101.769, 20,4 mil apenas em 2010, o que corresponde a R$ 30 milhões. Atualmente o Banco da Família conta com 7,8 mil clientes ativos e possui unidades em Lages, Otacílio Costa, São Joaquim, Curitibanos, Correia Pinto e três unidades no Rio Grande do Sul, em Caxias do Sul, Santa Fé e Vacaria.

Matéria publicada em 19/10/2011

Fonte: http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=15908&COD_CADERNO=17

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BB deixa pé no acelerador em crédito para micro e pequena empresa e rural

Autor(es): Por Cristiano Romero e Mauro Zanatta | De Brasília
Valor Econômico – 29/09/2011

A crise financeira mundial e seus reflexos na economia brasileira ainda não levaram o Banco do Brasil (BB) a mudar a estratégia na área de crédito. Além de aumentar os recursos disponíveis para pessoa física – com elevação dos limites de clientes em R$ 79 bilhões -, o banco vai manter o pé no acelerador no segmento de micro e pequenas empresas (MPE) e no de agronegócio.

“Trabalhamos com um cenário normal. Não existe nada que possa diminuir nosso fôlego”, assegurou o vice-presidente de Agronegócio e Micro e Pequenas Empresas do BB, Osmar Dias. “O crescimento nessas duas áreas é sustentado”, acrescentou Dias.

O vice-presidente assegurou que não há uma orientação do governo para socorrer a economia ou para acelerar desembolsos em caso de crise. Os números oficiais de crédito computados pelo Banco Central mostram, no entanto, que os bancos públicos estão ampliando a carteira de financiamentos numa velocidade bem superior à das instituições privadas.

Apesar da recente turbulência nos mercados internacionais e do surgimento de sinais de desaquecimento na economia doméstica, a demanda por crédito segue crescendo. Entre julho de 2010 e junho deste ano, a carteira de crédito do Banco do Brasil para micro e pequenas empresas cresceu 14,7%, chegando a R$ 59,9 bilhões.

A evolução dessa carteira nos últimos nove anos foi acelerada. Em 2003, o segmento totalizava R$ 9,95 bilhões. Hoje, o BB tem 2 milhões de contratos nesse segmento – 93% dos quais enquadrados no chamado Super Simples (faturamento anual até R$ 2,4 milhões).

Tradicionalmente, o crédito para as micro e pequenas é dominado pelas linhas de capital de giro. Isso, segundo Dias, está mudando, o que indica que as empresas estão fortalecendo a musculatura, confiantes no crescimento da economia nos próximos anos.

“O crédito para investimento das MPEs cresceu 21% nos 12 meses até junho, muito mais do que para capital de giro”, revelou o vice-presidente do BB. “Hoje, a proporção entre as modalidades capital de giro e investimento é, respectivamente, de 60% para 40%.”

De acordo com o diretor de MPEs do BB, Clênio Teribele, o banco está investindo bastante também no Cartão BNDES, modalidade igualmente destinada ao pequeno empresário. Com o cartão, o cliente tem um crédito pré-aprovado de R$ 1 milhão, com juros de 0,98% ao mês e prazo de 48 meses. Os recursos são do BNDES, mas o risco da operação é dos bancos que operam com o cartão. “O BB já detém 66% desse mercado.”

Apesar do forte crescimento do crédito das MPEs, as operações estão concentradas nas regiões mais ricas do país – Sul e Sudeste, com 75% do total. Além disso, explicou o vice-presidente do BB, a participação das micro e pequenas no Produto Interno Bruto (PIB) ainda é modesta, quando comparada à de outros países – limita-se a 21%, enquanto, nos Estados Unidos, essa fatia chega a 51% e na China, a 60% do PIB.

Apesar da baixa participação no PIB, essas empresas respondem por 60% dos empregos no país. Esse índice, segundo Dias, sobe a 90% quando são contabilizados os empregos gerados pelas empresas do agronegócio. Outro dado curioso é que as micro e pequenas representam cerca de 50% do universo das empresas exportadoras nacionais, mas apuram apenas 1,7% do valor total das exportações.

A estratégia do BB para as pequenas está ligada aos planos para a agroindústria. Dias informou que pretende reforçar a atuação do banco nesse segmento, por meio da ampliação dos financiamentos a pequenas e médias empresas do agronegócio. “Podemos ajudar a qualificar essas empresas, adequando instalações, equipamentos e métodos com orientação e financiamento”, disse o vice-presidente. “O Ministério da Agricultura pode adotar o modelo que nós financiamos”.

Como primeiro esforço, Dias aponta a criação da linha Flex Agro, que beneficia agroindústrias fornecedoras e compradoras de produtores rurais, como um forte diferencial. O diretor Clênio Teribele informou que a linha já emprestou R$ 11 bilhões em apenas cinco meses de operação. “Há muita demanda”, disse.

A linha ajudou a alavancar a carteira de crédito rural do BB, que atingiu R$ 81,6 bilhões com 1,5 milhão de contratos. “Somos o maior banco agrícola do mundo”, afirmou Dias. E o resultado veio acompanhado de uma redução da inadimplência, de 2,3% para 0,9% nos 12 meses encerrados em junho.

O “rating” das operações melhorou no período. O crédito classificado entre os riscos “AA” (superior) e “C” (médio) passou de 89,5% para 92,7%. A carteira com vencimentos prorrogados recuou de R$ 9,6 bilhões para R$ 6,37 bilhões em igual período. E as perdas nessas operações caíram de R$ 419 milhões para R$ 229 milhões.

Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/9/29/bb-deixa-pe-no-acelerador-em-credito-para-micro-e-pequena-empresa-e-rural

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