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Santander Microcrédito cresce 49% em 2011

Ter, 14 de Fevereiro de 2012 12:06

Após um crescimento de 35% na sua carteira de crédito em 2010, a operação de microcrédito do Santander continuou se expandindo em ritmo acelerado e registrou um aumento ainda maior em 2011, de 49%, chegando a R$ 186 milhões. O desembolso total foi de R$ 379 milhões, o que significa alta de 30% sobre o ano anterior. As atividades estão espalhadas por dez estados no Brasil e atendem pequenos empreendedores em comunidades de pouca infraestrutura.

Além de ampliar a carteira de crédito, o banco observou incremento da sua base de clientes na ordem de 8%. Ao longo dos 12 meses, 151 mil clientes renovaram financiamentos, o que mostra que continuam investindo no seu próprio negócio, e outros 25 mil novos clientes adentraram a operação. No fechamento do ano, a carteira já tinha mais de 100 mil clientes ativos, dos quais 70% mulheres. Os principais ramos de atuação são roupas (confecções e reparos), cosméticos e mercearia.

“O microcrédito é uma forma de dar apoio aos pequenos empreendedores para que eles próprios transformem sua realidade.Queremos fomentar o crescimento sustentável, por isso não disponibilizamos apenas crédito, mas principalmente orientação financeira por meio de 211 agentes de crédito em todo o Brasil”, afirma Jerônimo Ramos, superintendente da Santander Microcrédito.

O agente de crédito tem a função de analisar profundamente a clientela local, para conhecer as necessidades e o potencial de pagamento de cada microempresário. “O suporte a esses empreendedores é uma maneira de ativar um ciclo virtuoso, que gera renda para o cliente e oportunidades para a família e para as comunidades. Cerca de 80% do capital gerado circula dentro da comunidade, o que faz com que o negócio de um morador alavanque o do outro”, continua o executivo.

Os financiamentos variam de R$ 500 a 15 mil reais e os prazos, de 4 a 24 vezes. O ticket médio é de R$ 1.800 e a taxa de juros de 2% a 3,95% ao mês. Desde o início, a operação já desembolsou R$ 1 bilhão em financiamentos. Em 2011, o prazo médio continuou em 7 meses e o pagamento em dia ficou em 96.6% A taxa de perda é ainda menor e não passa de 0,2% da Carteira de Crédito.

Além de expandir suas atividades financeiras, a Santander Microcrédito realizou mais de uma centena de iniciativas locais, que abrangeram ações de educação financeira e palestras sobre saúde.

(Redação – Agência IN)

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/tempo-real/santander-microcredito-cresce-49-em-2011.html

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Moeda Social Digital em Rondônia: Cartão de crédito para famílias carente

Por
Redação RA
– 6 de fevereiro de 2012Publicado em: Estado

O tema de hoje é microcrédito – e a MOEDA SOCIAL DIGITAL. Nada mais é do que um cartão de crédito para família pobre. R$ 600,00 (seiscentos reais), cartão magnético…

CONFIRA NO BLOG DO GOVERNADOR:

O tema de hoje é microcrédito – e a MOEDA SOCIAL DIGITAL. Nada mais é do que um cartão de crédito para família pobre. R$ 600,00 (seiscentos reais), cartão magnético, máquina em cada comércio. Gira só num bairro ou no máximo dois. Fortalece a economia local. Educa a família a controlar o gasto. Pagar no dia certo e continuar com o cartão.

Estamos esparramando nos municípios as agências do Banco Povo. Objetivo é o microcrédito. A produção do autoemprego. Ainda não fiz a análise dos resultados práticas. Quantificáveis. Recomendo a SEDES a contratação de auditoria para avaliações dos benefícios. Taxas de inadimplência. E nível de satisfação. Enquanto isto vamos aumentando mais agências.

3. Duas OSCIPs tomam conta da gestão dos bancos. Banco do Povo de Ariquemes. Acrecid (associação de crédido associação rondonia). Cada uma delas gerencia os bancos municipais. Está bem dividido.

4. A moeda social digital, ainda em caráter experimental será implantada pelo Banco do Povo de Ariquemes nos Setores 9 e 10 da cidade. Tem o nome de “Jamari”. l jamari equivale a l real. Depois que se dominar a complexidade do sistema – será a vez de Guajará Mirim. Lá a moeda recebera o nome de “PÉROLA’. É o pobre com cartão de crédito.

5. Arnando Campos – Diretor do Banco do Povo de Ariquemes estudou tudo. Foi a Fortaleza conhecer o Banco Palmas. Que funciona assim. Lá funciona sem o cartão. Prós e contras, optou pela moeda digital. Dá mais trabalho, mas, ao final fica melhor.
Como Ariquemes tem Internet na cidade inteira, só peço ao Prefeito Márcio para ajustar bem as ondas de Internet e manutenção dela bem focada para os setores 9 e 10. Não pode faltar a Internet.

7. Cada cartão magnético custará R$ 0,87 (oitenta e sete centavos). Fica bem em conta. Creio que esta moeda, depois de implantada e divulgada, será um sucesso. Além de movimentar o dinheiro na farmácia local, mercadinho, borracheiro, peças, reformas, enfim, onde se tiver necessidade de comprar coisas miúdas do dia a dia.

8. Arnaldo já comprou a impressora para imprimir os cartões. E o CPD e treinamento da equipe será implantado logo depois do Carnaval. Como se diz, o Brasil só se começa a trabalhar depois dele. Parece que é verdade mesmo.

9. Há necessidade de ampla divulgação nos bairros. Convencimento. Credenciamento de comerciantes. Tirar a cisma deles. Mas, é assim mesmo. Coisa nova, todo mundo fica com a pulga atrás da orelha. Depos acaba o medo e avança. Não foi assim com o celular. Hoje, deus-me-livre, ninguém consegue conversar com o outro sem duas ou tres interrupções do bichinho eletronico.

10. Além de fortalecer o comercio local vamos também fazer uma inclusão digital, pois a maioria dos comerciantes locais não tem computadores para fazer a venda via internet já que essa é a maneira mais viável e não tendo custo algum para o comerciante.

11. Comerciante que não tem nada de tecnologia na loja, o banco do povo financiará pra ele toda a arrumação, fios, maquinetas eletrônicas para rodar o cartão ao preço de R$ 65,00 que pode ainda ser financiado.

12. O que é que você achou de tudo isto? Então, sim. Vamos começar pelo “Jamari” e depois pela “Pérola”. Daí a pouco, por demanda e provocações iremos aumentando a rede para outros municípios. A primeira parte será o aprendizado. Acertar as arestas.

13. No mais a semana foi boa. Espero que este ano seja bacana pra todos nós. Xô crise internacional. Xô crise no Estado! Fique longe de nós! Que tenha maioria sólida na Assembléia porque preciso deslanchar com os meus programas de governo. O time deve ficar azeitado para ganhar.

Fonte:BLOG DO CONFÚCIO
Autor:Jaruonline

Fonte: http://rondoniaaqui.com.br/?p=3809

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Os passos para a criação do primeiro banco do microcrédito no Brasil

17/01/2012 – 11h16
Grupo peruano pede autorização para criar banco no Brasil

DA AGÊNCIA BRASIL, EM BRASÍLIA

O grupo peruano ACP quer criar um banco comercial no Brasil. De acordo com comunicado divulgado pelo Banco Central, o grupo pretende instalar o Banco Ideal, com sede em São Luís (MA).

O capital inicial da nova instituição será de R$ 30 milhões.

Segundo o comunicado, o Banco Ideal será controlado indiretamente pelo Grupo ACP Inversiones y Desarollo, associação civil sem fins lucrativos, constituída no Peru.

A nota informa ainda que qualquer objeção à criação do banco deve ser encaminhada ao BC em 30 dias, a partir desta terça-feira. Essa comunicação deve ser formal, com autores identificados e com documentação comprobatória.

Segundo a assessoria de imprensa do BC, esse ainda é o primeiro passo para a criação do banco. Depois, o BC vai avaliar o pedido e também verificar se é preciso voto do Conselho Monetário Nacional, já que se trata de uma instituição com capital estrangeiro. Nesse caso, também é preciso um decreto presidencial, além da autorização do BC.

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Microcrédito se expande na Bahia

Com um total de R$ 33,9 milhões, o Programa de Microcrédito do Estado da Bahia – CrediBahia superou a meta estabelecida para 2011 de R$ 28 milhões. Em novembro, o programa bateu seu recorde, liberando R$ 4,1 milhões para trabalhadores autônomos. Para as instituições comunitárias de microcrédito foram liberados mais R$ 5,5 milhões. Nem mesmo a greve dos Correios e dos bancos, que impediram as operações em setembro e outubro, conseguiram reduzir a produção do CrediBahia.

Os números revelam que o CrediBahia continua em plena expansão. Com recursos da Desenbahia, o programa é administrado pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em parceria com o Sebrae e prefeituras municipais. Desde sua criação, em 2002, o programa já beneficiou 40 mil trabalhadores autônomos, liberou 86 mil contratos, num total de R$ 129 milhões em operações diretas e mais R$ 13,6 milhões em repasses para instituições operadoras de microcrédito.

Fonte: http://bahiadefato.blogspot.com/2011/12/microcredito-se-expande-na-bahia.html

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Luz amarela no Programa Crescer de Microcrédito

No dia 24 de outubro, pouco mais de um mês da publicação da Medida Provisória que promoveu adaptações na Lei 11.110, de 25 de abril de 2005, que criava o PNMPO – Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, eu escrevi aqui no Blog do Microcrédito uma avaliação crítica do Programa Crescer de Microcrédito Produtivo Orientado.

Naquele artigo, destaquei a ausência de interlocução com as entidades operadoras do microcrédito, com suas entidades representativas e com a própria equipe do PNMPO instalada no Ministério do Trabalho e Emprego. Afirmei textualmente que aquela medida provisória fora objeto elaborado apenas no âmbito do Ministério da Fazenda e dos bancos oficiais. Também observei que as medidas adotadas iam induzir a oferta dos recursos do microcrédito privilegiando os créditos mais altos em detrimento dos mais baixos, ressaltando que a adoção de uma política de juros subsidiados era um equívoco. Parte-se de uma premissa de que os pobres não sejam sujeitos livres de seu próprio desenvolvimento econômico, o que a meu ver configura um absurdo.

Não apontei naquele dia para um aspecto que discuti recentemente com um grupo de pessoas interessadas em implementar um programa de microcrédito: é obvio que os pobres desejam pagar os menores preços (taxas) possíveis para os serviços que lhes são oferecidos. Mas, também é óbvio que os pobres aceitam pagar por serviços que lhes assegure um atendimento que os respeite como clientes capazes de traçar sua própria trajetória, de tal modo que eles possam exigir um atendimento com os devidos préstimos. Nas políticas construídas sobre o princípio do subsídio, as organizações concedentes de crédito dependem daqueles que lhes pagam os subsídios e não dos empreendedores populares. Isto lhes retira a primazia que possuem os clientes sobre qualquer empresa e os converte em beneficiários de uma espécie de política de assistência social, que desfigura a essência emancipatória de qualquer verdadeiro programa de microcrédito.

O programa Crescer é expressão acabada da pretensão de hegemonia de alguns grupos no interior do Ministério da Fazenda e dos bancos oficiais na determinação das políticas de estímulo à economia popular, mesmo que para isso seja necessário promover a imposição de ditames que atentam contra a lógica.

Bem, não foi necessário muito tempo para que um dos expoentes do Ministério da Fazenda, sr. Gilson Bittencourt, tivesse que reconhecer que algo parece não corresponder aos resultados que se propagandeou desejar. Ao invés de créditos direcionados aos mais pobres, créditos de valor mais elevados do que aqueles da média nacional.

O que causa tristeza é verificar que a mesma falta de humildade que levou a desenhar o programa Crescer sem dialogar com a gama de instituições que vem operacionalizando o microcrédito no país, também será responsável por impedir que se reconheçam os erros. Isso fica evidente da tentativa de desculpar um erro de “target” dos clientes, como se fosse um “tatear” do mercado. Assim como jamais houve humildade em reconhecer o erro que foi a criação do Banco Popular do Brasil, em 2003.

Segue matéria do jornal Valor publicada no portal IG, sempre em tom ufanista:

BB fecha 10 mil operações de microcrédito para empreendedores
Empréstimos individuais ficaram, em média, próximos a R$ 4 mil, segundo secretário-adjunto do Ministério da Fazenda

Valor Online | 17/11/2011 13:18

O Banco do Brasil (BB) fechou 10 mil operações de financiamento no primeiro mês do Crescer, programa federal de microcrédito para pequenos empreendedores. Os dados prévios foram recebidos ontem pelo Ministério da Fazenda, que ainda não fez a análise detalhada dos números.

O secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, afirmou há pouco que já é possível notar que os empréstimos individuais ficaram, em média, próximos a R$ 4 mil, “acima da expectativa do governo” que era, segundo ele, de R$ 1 mil. Embora o valor seja “elevado”, isso mostra que o BB ainda está “tateando o mercado, e não fazendo novos clientes”, o que não é o propósito do programa, segundo Bittencourt.

O Crescer tem como objetivo atender a novos clientes. “Se isso se confirmar ao longo dos próximos meses, já começa a acender uma luz amarela em torno do programa”, disse o executivo, durante o Fórum Sebrae de Conhecimento, que ocorre até amanhã, em Brasília. O secretário-adjunto disse, ainda, que o ministério está monitorando o programa “em tempo real” e que qualquer problema servirá para “orientar novos rumos”.

O acordo entre BB e governo estabelece que a carteira ativa da instituição deve encerrar este ano em R$ 111 milhões, com 100 mil clientes ativos. De acordo com o secretário-adjunto, a meta da carteira ativa será cumprida, mas o número de clientes ativos ficará abaixo do acordado.

Pela primeira vez, o governo vai receber um detalhamento de quem contrata esse crédito: nome, CPF, valor do empréstimo, região e atividade que executa. Não foi possível ainda cruzar os dados de pessoas físicas. Entre as pessoas jurídicas, Gilson Bittencourt disse ter notado forte presença de vendedores de móveis e empresas de fretes.

O programa Crescer atende a empreendedores com faturamento anual de, no máximo, R$ 120 mil. O financiamento, nas modalidades capital de giro e investimento, pode chegar a R$ 15 mil, com taxas de juros de 8% ao ano. A taxa de abertura de crédito (TAC) é de 1%.

O prazo médio para capital de giro é de quatro a seis meses. No microcrédito para investimento, o prazo varia de 12 e 24 meses.

Fonte: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/bb-fecha-10-mil-operacoes-de-microcredito-para-empreendedores/n1597372166507.html

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Uso do microcrédito como estratégia de combate à miséria

DA AGÊNCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS

A importância do microcrédito foi um dos assuntos em destaque durante o Fórum Sebrae de Conhecimento, hoje (17), em Brasília.

Na primeira palestra do painel Brasil Sem Miséria: Os Desafios do Mundo Rural, o professor Ricardo Neder, da Universidade de Brasília, alertou para a importância da formação de uma rede sociotécnica específica, com agentes de microcrédito rural comunitário que analisem os pequenos projetos de desenvolvimento local. “Para fazer a inclusão produtiva rural é importante conhecer o mercado, a cultura e os valores locais”, ressaltou.

João Marcelo Intini, segundo palestrante do painel, destacou que o combate à pobreza está ligado a ações municipais territoriais –que levam em consideração geografia, cultura e fatores sociais. Ele explica que, de 16 milhões de pessoas que vivem na miséria, mais da metade está no meio rural e nos municípios do interior. João Marcelo é mestre em Agricultura Familiar e diretor do Departamento de Apoio à Aquisição e Comercialização da Produção Familiar do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Ele enfatizou ainda que o governo está dialogando com a população que se encontra na faixa de extrema pobreza, e que planeja ampliar os serviços públicos e programas que garantam renda, inclusão produtiva e estratégias de ocupação social. “Temos que aperfeiçoar o que já fizemos. Nosso foco é a inclusão produtiva rural com conhecimento, financiamento e mercado”, concluiu.

O terceiro palestrante, Laudemir Müller, secretário de Agricultura Familiar do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), apontou que 3,8 milhões de pessoas saíram da pobreza no meio rural, com crescimento da renda produtiva. Ele lembrou que o governo federal iniciou um programa com 30 mil famílias do semiárido de Minas Gerais e da Bahia, articulando política social com estratégias de inclusão produtiva.

“Oferecemos assistência técnica, mas também identificamos pessoas que não têm acesso a direitos básicos, como documentação, nem acesso ao bolsa família e à aposentadoria rural. Não vamos acabar com a pobreza extrema com fórmulas mágicas, tem que haver um envolvimento de toda a sociedade”, destacou.

Durante o debate no Espaço do Conhecimento Mundo Rural, o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, disse que a instituição conta com muitas experiências avançadas no agronegócio. “Vivemos um Brasil de muitas oportunidades, o que aumenta nossa responsabilidade, mas as oportunidades que não são aproveitadas podem se transformar em dificuldades”, alertou.

Experiência de sucesso

O painel mostrou também a experiência de sucesso do projeto Dom Hélder Câmara, coordenado por Espedito Rufino. O projeto piloto é um acordo de empréstimo, no total de US$ 50 milhões, entre o governo federal, o MDA e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrário das Nações Unidas, que desenvolve ações estruturantes para fortalecer a reforma agrária e a agricultura familiar no semiárido nordestino, investindo na articulação e organização dos espaços de participação social. As ações acontecem em seis Estados e beneficiam 15.374 famílias, com participação de 52 parceiros.

“A pobreza é vista como privação de capacidade, mas se houver oportunidades podemos combatê-la. Nosso projeto promove a integração e parceria entre Estado e sociedade, pois o enfrentamento da pobreza não pode ser apenas do Estado, mas uma ação dos agricultores, que devem conduzir seus projetos e varrer a questão do clientelismo”, destacou.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/1008067-uso-do-microcredito-como-estrategia-de-combate-a-miseria.shtml

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