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Gestão para Autossustentabilidade Financeira das Instituições de Microfinanças

Cristiano Colozzi, engenheiro, publicou recentemente um interessante artigo sobre a autossustentabilidade das Instituições de Microfinanças, a partir da análise do caso da Oscip São Paulo Confia.

Por meio do Linkedin, solicitei sua autorização para divulgar aqui no Blog do Microcrédito cópia do artigo, que ele gentilmente concedeu.

Segue o artigo, para leitura. Aproveite.

Gestão para Autossustentabilidade Financeira das Instituições de Microfinanças

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Crescer já concedeu R$ 1,2 bilhões de reais em microcrédito: o que os números escondem

Enquanto estive no Ministério do Trabalho, dediquei-me a pensar na adoção de indicadores que pudessem subsidiar a avaliação dos resultados da política pública do microcrédito produtivo orientado. Cheguei a proferir palestra sobre esse tema, em Seminário do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado.

Esta tarefa foi importante para sustentar outra, que foi a estruturação de uma ferramenta web para coletar informações sobre a atividade das organizações de microcrédito, que alimenta um banco de dados sobre a atividade no setor.

Ontem, dia 02 de abril de 2012, os meios de comunicação repassaram release do governo divulgando os números do Crescer, a nova fase do PNMPO. Ao contrário do relatório que produzíamos na coordenação do PNMPO, enquanto estive lá e depois, antes do lançamento do Crescer, a notícia foi construída de modo a ignorar quaisquer outras informações que permitam uma análise crítica dos primeiros resultados do Programa Crescer. Só se informa o valor de R$ 1,2 bilhões de reais concedidos e o valor médio de R$ 1,2 mil por microcrédito concedido.

Aparentemente, um sucesso estrondoso. Entretanto, quem acompanha o desenvolvimento da atividade no setor sabe o que a imprensa até sabe, mas esquece de considerar: o Banco do Nordeste do Brasil, através do programa Crediamigo, desde antes do Crescer, já alcançava um volume significativo de operações de microcrédito, com valores médios bastante baixos, e o fazia sem juros subsidiados, mediante a atuação dos agentes de crédito, diretamente trabalhando no atendimento de campo dos microempreendedores.

Sem os números, corro risco, mas pago para ver: passados seis meses da vigência do Crescer, o crescimento da base de clientes atendidos pelo Banco do Brasil e pela Caixa é pífio, quase irrisório, e os montantes divulgados ontem baseiam-se quase exclusivamente nos resultados do BNB, que não precisava do Crescer para atingí-los, porque já os obtinha antes.

Se estou correto, como já publiquei aqui mesmo no blog, em artigos anteriores, o efeito do Crescer na expansão da base de clientes atendidos é irrisório. E, se isto se confirmar, ficará evidente, como eu já disse várias vezes, que o Programa foi desenhado errado, investindo no canal de distribuição errado, baseado em premissas falsas.

Lamento que assim seja, mas enfatizo o que também já disse antes: não haverá verdadeira política de microcrédito produtivo orientado no Brasil se se tentar retê-la como privilégio dos bancos oficiais.

O microcrédito está crescendo, sim, no Brasil, mas tirando o BNB, pouquíssimo desse crescimento pode ser atribuído a méritos dos bancos públicos ou do governo.

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Cresce a rede de bancos comunitários no Centro Oeste

Leonora Moll, que conheci pessoalmente no período em que integrei a Comissão Organizadora da Primeira Conferência Nacional de Economia Solidária, em 2006, esteve, poucos dias atrás, viajando pelo Mato Grosso, para assessorar um rico processo que está ocorrendo para a dinamização e o crescimento das experiências dos bancos comunitários, pelo país, como parte da estratégia de fortalecimento do movimento de finanças solidárias da SENAES – Secretaria Nacional de Economia Solidária.

Tive uma conversa com ela sobre esse trabalho e ela, graciosamente, presenteia-nos no blog com um relato sintético acerca das atividades que estão sendo desenvolvidas e que motivaram sua viagem.

Compartilho com todos, agradecendo à Leonora por sua dedicação a este trabalho e por sua gentileza em preparar o relato.

Estruturação de novos bancos comunitários no Centro Oeste

Foi iniciado por meio de um projeto de apoio às Finanças Solidárias do Ministério do Trabalho e Emprego/SENAES- Secretaria Nacional da Economia Solidária, o processo de estruturação de 09 bancos comunitários de desenvolvimento e o fortalecimento de 01 banco já existente na região Centro Oeste, no fim do ano de 2011.

A entidade executora do projeto Associação Ateliê de Idéias, ONG gestora do Banco Bem no Espírito Santo, em parceria com o NESOL- Núcleo de Economia Solidária –SP deram inicio ao processo, fortalecendo o Banco Pirê, primeiro banco comunitário do Centro Oeste, na cidade de Dourados-MS, inaugurado em 2006 e estruturando outros 9 bancos, dos quais alguns já tiveram seus nomes definidos pela comunidade e outros ainda não:

1- Banco Cerrado- Rondonópolis- MT
2- Banco Aroeira – Cuiabá – MT
3- Banco ITA – Assentamento Itamarati- Ponta Porã- MS
4- Banco Pantanal- Anastácio/Aquidauana- MS
5- Banco Estrutural- Cidade Estrutural – DF
6- Novo banco em Iporá – Goiás
7- Novo banco em Aparecida de Goiânia – Goiás
8- Novo banco na região de Itapoã- DF
9 – E mais uma comunidade que ainda será mobilizada.

A mobilização de comunidades que buscam o desenvolvimento dos seus territórios é o ponto fundamental para a estruturação dos bancos.

Agentes de crédito e de desenvolvimento dos bancos do Centro Oeste contratados pelo projeto (todos moradores das próprias comunidades), mais representantes de entidades gestoras dos bancos comunitários e técnicos do Ateliê de Idéias, de 13 a 16 de março, em Rondonópolis, para uma formação sobre gestão de carteira de crédito em finanças de proximidade, e para um momento especial: Comemorar a inauguração do Banco Cerrado.

A inauguração aconteceu no dia 16 de março, na sede da Associação Dando as Mãos – entidade gestora do Banco Cerrado. Foi um momento de emoção para os presentes com a presença dos assentamentos que serão beneficiados por este novo banco, de autoridades, da Igreja Católica e da imprensa local.

Inauguração Banco Cerrado

Inauguração Banco Cerrado

O Banco Cerrado terá uma moeda própria, o Bacuri, que irá contribuir com a circulação da riqueza local, junto com o oferecimento de crédito produtivo para fortalecer a produção de alimentos da agricultura familiar nos assentamentos do entorno de Rondonópolis e para o desenvolvimento local.

É a economia sendo pensada pelo viés da sustentabilidade do território.

II Encontro de Bancos Comunitários

II Encontro de Bancos Comunitários

Inauguração do Banco Cerrado - 2

Inauguração do Banco Cerrado - 2

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Microcrédito em SP: agora só fazendo curso

Nova regra para concessão de crédito exige curso de capacitação para microempreendedor

02/03/2012

Medida visa reduzir a mortalidade e a inadimplência das empresas, ajudando o negócio a prosperar. O banco São Paulo Confia capacita seus novos e antigos clientes em cursos gratuitos da Academia de Microfinanças

A partir de agora, todas as pessoas que precisarem de microcrédito para incrementar seu negócio deverão passar por curso de capacitação para consegui-lo. A medida vale tanto para os novos microempreendedores quanto para aqueles que quiserem renovar o crédito. O objetivo da norma é reduzir a mortalidade e a inadimplência dos negócios, treinando os empreendedores no controle do seu dinheiro, abordando temas como os cuidados com o caixa, com as contas a pagar e a receber, a prática desse fluxo de caixa, noções sobre técnicas de compras e vendas e a legislação do MEI-Microempreendedor Individual.

“A Lei nº 11.110, sobre o Programa Nacional do Microcrédito Produtivo e Orientado estabelece essa regra, por isso, o banco São Paulo Confia passou a exigir, sem exceção, que todos os clientes participem do curso básico de empreendedorismo, o qual oferecemos por meio de nossa Academia de Microfinanças, gratuitamente, em algumas de nossas unidades”, explica o presidente do Conselho de Administração do São Paulo Confia, Hugo Duarte.

Segundo Duarte, a procura pelos cursos tem sido grande, o que levou o banco a instalar salas de aula, também, em subprefeituras, além de fazer convênios com escolas para ampliar a oferta de vagas, de acordo com a necessidade. “Desde janeiro, já capacitamos cerca de 550 microempreendedores na cidade de São Paulo”, destaca.

O curso está dividido em quatro módulos de três horas cada um, totalizando 12 horas distribuídas em quatro dias. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em qualquer uma das 24 unidades do São Paulo Confia (www.saopauloconfia.org.br). Para participar, o interessado precisa ser maior de 18 anos e querer iniciar um negócio ou já ser um microempreendedor. Os alunos que concluírem o curso receberão certificado da Academia de Microfinanças do São Paulo Confia e um kit do Sebrae.

Os cursos acontecem nos períodos da manhã (das 9h às 12h) e da tarde (das 14h às 17h), nas seguintes unidades do São Paulo Confia:

• Zona Norte: Unidade Brasilândia

Av. Dep. Cantídio Sampaio, 623

• Zona Sul: Unidade Interlagos

Av. Interlagos, 6122

• Zona Oeste: Unidade Butantã

Rua Desembargador Homero Pinto, 105

• Zona Leste: Unidade Itaim Paulista

Rua Celso Barbosa Lima, 333

• Centro: Sede Administrativa

Av. Brig. Luís Antonio, 277 – 2º andar

Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=7835

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Experiência fracassada no microcrédito vai ser repetida em todo o país

Há tempos venho analisando as experiências de microcrédito no Brasil e feito comentários acerca delas tanto aqui pelo blog, quanto no período em que atuei como membro da equipe do PNMPO ou em reuniões e pareceres, como os que elaborei na qualidade de consultor PNUD para estudar a operação do microcrédito da Caixa e sugerir perspectivas de atuação para o banco público.

Apesar disso, sou sempre forçado a verificar que há uma resistência gigantesca dentro do governo, obviamente orientada pela ação dos bancos públicos e de certos agentes no Ministério da Fazenda, que insistem em priorizar aos bancos oficiais e agentes de governo como atores preferenciais na política de difusão do microcrédito. Este é um erro imenso, várias vezes comprovado, como na experiência do Banco Popular do Brasil, criado em 2003, que resultou não apenas em fracasso operacional mas também em prejuízo financeiro.

A operação de microcrédito da Caixa, que se iniciou em 1997, jamais deslanchou, mas em que isso importa se a cada vez eles se arvoram afirmar como sabedores dos caminhos a serem seguidos?

Para quem possui esse nível de presunção, 15 anos de erros e de resultados pífios nada significam.

Pensam: qual o problema de continuar errando?

Abaixo, transcrevo mais uma matéria ufanista, em que uma experiência fracassada é apresentada como sucesso. Durante um ano inteiro, realizaram apenas 30 operações de microcrédito, duas e meia por mês, com valores médios próximos de R$ 4,7 mil, e promovem um curso com mais de 35 participantes para difundir o modelo pelo país!

É impressionante o grau de miopia embutido nesse tipo de interpretação.

Insistem em que os juros subsidiados serão o motivo de atração dos microempreendedores e não são capazes de enxergar um palmo diante do nariz.

Como já afirmei outras vezes, o governo federal continua errando no microcrédito, o programa Crescer foi desenhado de modo completamente equivocado.

Mas, não adianta. Quanto mais vezes dissermos que estão equivocados, mais terão o displante de divulgar experiências fracassadas como modelo.

Lamentável.

Metodologia para microcrédito, aplicada no PR, é repassada pela Caixa para todo o Brasil

Depois de testar modelo de crédito produtivo no Estado, Sebrae/PR capacita colaboradores do banco sobre concessão de recursos financeiros para micro e pequenas empresas

Da Redação

Analistas da Caixa Econômica Federal de vários estados do Brasil participam, nesta semana, em Curitiba, de uma capacitação para ampliar , em todo o País, o Crescer – Programa de Microcrédito Produtivo Orientado, que concede crédito a juros mais baixos a empreendedores individuais e microempresas com faturamento anual de até R$ 120 mil.

Até o final de 2013, a meta do projeto do Governo Federal é atender 3,4 milhões de clientes. Enquadrado no Programa Nacional de Microcrédito Produtivo e Orientado do Ministério do Trabalho, o Crescer é uma linha de crédito para capital de giro e investimento fixo, que objetiva incentivar as atividades produtivas e a geração de emprego e renda.

Os 35 profissionais da Caixa passam por um treinamento com duração de 48 horas, ministrado na sede do Sebrae/PR em Curitiba, que aborda, entre outros tópicos, a filosofia e o conceito do microcrédito, concepção e realidade de pequenos negócios, modelo de concessão e de orientação de crédito, relacionamento interpessoal e papel do agente de crédito.

A decisão da Caixa em replicar o modelo, deve-se ao sucesso do projeto-piloto implantado no município de Chopinzinho, no sudoeste do Paraná, desde fevereiro de 2010. A metodologia alia concessão de crédito à assistência e orientação técnica no planejamento do negócio, além de oportunizar o relacionamento direto da instituição bancária com os empreendedores em suas localidades. O recurso é concedido após avaliações sobre a atividade e a capacidade de endividamento de cada cliente.

Flavio Locatelli Junior, coordenador estadual de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae/PR, explica que o objetivo da parceria entre o Sebrae/PR e a Caixa é a oferta de um serviço de crédito orientado para que os empreendedores e empresários acessem as opções mais adequadas às suas realidades.

“O grande mérito e diferencial do modelo é o método de levantamento socioeconômico ágil e simplificado. Os agentes de microcrédito irão visitar os negócios para repassar as orientações necessárias à realização dos projetos. Depois, acompanharão a aplicação dos recursos.”

A experiência em Chopinzinho serviu para consolidar a metodologia de concessão dos recursos financeiros. Durante a experiência-piloto, que durou aproximadamente um ano, o volume de empréstimos tomados pelos empreendedores e empresários de micro e pequenas empresas do município foi de aproximadamente R$ 140 mil, totalizando cerca de 30 operações financeiras, com valor médio de R$ 4.685,00 cada. O nível de inadimplência ficou em 0,60%, índice considerado bastante baixo.

Condições

A taxa de juros praticada pelo Crescer é 8% ao ano, abaixo das taxas atualmente praticadas para cessão de microcrédito, que chegam até a 60% ao ano, e Taxa de Abertura de Crédito (TAC) 1% sobre o valor financiado. O financiamento pode chegar a R$ 15 mil, com prazo de pagamento de até 24 meses.

De acordo com a Presidência da República, a carteira ativa do programa poderá alcançar R$ 3 bilhões e será operada inicialmente pela Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB) Banco do Nordeste (BNB) e Banco da Amazônia (Basa). Em 2012, a Caixa Econômica Federal divulgou que irá destinar R$ 345 milhões para empreendedores individuais, por meio do Programa.

Sobre o Sebrae/PR

O Sebrae/PR – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná é uma instituição sem fins lucrativos que foi criada para dar apoio aos empresários de pequenos negócios e aos empreendedores interessados em abrir micro e pequenas empresas. No Brasil, são 27 unidades e 750 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, cinco regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio do atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, capacitações empresariais, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco no empreendedorismo, setores estratégicos, políticas públicas, tecnologia e inovação, orientação ao crédito, acesso ao mercado, internacionalização, redes de cooperação e programas de lideranças.

Informações para a imprensa:
Savannah Ações em Comunicação – empresa licitada do Sebrae/PR
Jaqueline Gluck (41) 3035-5669 ou (41) 9602-7541
Assessoria de Imprensa Sebrae/PR – Regional Centro-Sul: Cleide de Paula
(41) 8814-1046 / 3035-5669 [email protected]
Leandro Donatti – Jornalista do Sebrae/PR – (41) 3330-5895 ou (41) 9962-1754

Fonte: http://www.pr.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=726&cod=13168791

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Banco da Família realizou Convenção do Microcrédito

BANCO DA FAMÍLIA REALIZOU CONVENÇÃO DO MICROCRÉDITO
Publicado em segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 por Loreno

Aconteceu na Pousada Rural do SESC, no último final de semana (dias 25 e 26 de fevereiro), a 4ª. Convenção do Microcrédito do Banco da Família.

Realizada uma vez por ano, o tema da convenção de 2012 foi: “Eu desenvolvendo talentos”. De acordo com a presidente da instituição, Isabel Baggio, “é um momento de parada para aprendizado, discussões, revisão de comportamentos e atitudes, confraternização, estabelecimento de novos propósitos e metas, enfim, de recarregar baterias para os desafios que o Banco da Família se propôs realizar até o final deste ano”, disse.

Dra. Desirée: “86% das demissões no Brasil ocorrem por problemas comportamentais”

Após a abertura do evento, no sábado, um dos assuntos trabalhados foi “Como eu faço a diferença”. Quem trabalhou este tema foi a psicóloga e comunicadora social Desirée de Souza Fréscia, professora da UFSC. Em sua explanação, ela informou que 86% das demissões que ocorrem no Brasil devem-se não a falta de conhecimento, desempenho profissional ou habilidades das pessoas. “Mas sim a atitudes comportamentais”, disse. “Ou seja, cada vez mais temos de exercitar e aumentar nossa inteligência emocional”, falou.

Rita Cardoso, superintendente do Banco da Família, informou que durante os dois dias seriam trabalhados diversos temas com o grupo de colaboradores, tais como: saúde, meio ambiente, comunicação, gestão de rotinas e de equipe, planejamento e atendimento. “Serão dois dias muito importantes para melhorar o entrosamento entre a equipe, ampliar habilidades e promover novos conhecimentos”, falou.

Loreno Siega – Assessoria de Imprensa do Banco da Família

Fonte: http://blog.ozoide.com.br/?p=9440

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