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Gestão para Autossustentabilidade Financeira das Instituições de Microfinanças

Cristiano Colozzi, engenheiro, publicou recentemente um interessante artigo sobre a autossustentabilidade das Instituições de Microfinanças, a partir da análise do caso da Oscip São Paulo Confia.

Por meio do Linkedin, solicitei sua autorização para divulgar aqui no Blog do Microcrédito cópia do artigo, que ele gentilmente concedeu.

Segue o artigo, para leitura. Aproveite.

Gestão para Autossustentabilidade Financeira das Instituições de Microfinanças

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Cresce a rede de bancos comunitários no Centro Oeste

Leonora Moll, que conheci pessoalmente no período em que integrei a Comissão Organizadora da Primeira Conferência Nacional de Economia Solidária, em 2006, esteve, poucos dias atrás, viajando pelo Mato Grosso, para assessorar um rico processo que está ocorrendo para a dinamização e o crescimento das experiências dos bancos comunitários, pelo país, como parte da estratégia de fortalecimento do movimento de finanças solidárias da SENAES – Secretaria Nacional de Economia Solidária.

Tive uma conversa com ela sobre esse trabalho e ela, graciosamente, presenteia-nos no blog com um relato sintético acerca das atividades que estão sendo desenvolvidas e que motivaram sua viagem.

Compartilho com todos, agradecendo à Leonora por sua dedicação a este trabalho e por sua gentileza em preparar o relato.

Estruturação de novos bancos comunitários no Centro Oeste

Foi iniciado por meio de um projeto de apoio às Finanças Solidárias do Ministério do Trabalho e Emprego/SENAES- Secretaria Nacional da Economia Solidária, o processo de estruturação de 09 bancos comunitários de desenvolvimento e o fortalecimento de 01 banco já existente na região Centro Oeste, no fim do ano de 2011.

A entidade executora do projeto Associação Ateliê de Idéias, ONG gestora do Banco Bem no Espírito Santo, em parceria com o NESOL- Núcleo de Economia Solidária –SP deram inicio ao processo, fortalecendo o Banco Pirê, primeiro banco comunitário do Centro Oeste, na cidade de Dourados-MS, inaugurado em 2006 e estruturando outros 9 bancos, dos quais alguns já tiveram seus nomes definidos pela comunidade e outros ainda não:

1- Banco Cerrado- Rondonópolis- MT
2- Banco Aroeira – Cuiabá – MT
3- Banco ITA – Assentamento Itamarati- Ponta Porã- MS
4- Banco Pantanal- Anastácio/Aquidauana- MS
5- Banco Estrutural- Cidade Estrutural – DF
6- Novo banco em Iporá – Goiás
7- Novo banco em Aparecida de Goiânia – Goiás
8- Novo banco na região de Itapoã- DF
9 – E mais uma comunidade que ainda será mobilizada.

A mobilização de comunidades que buscam o desenvolvimento dos seus territórios é o ponto fundamental para a estruturação dos bancos.

Agentes de crédito e de desenvolvimento dos bancos do Centro Oeste contratados pelo projeto (todos moradores das próprias comunidades), mais representantes de entidades gestoras dos bancos comunitários e técnicos do Ateliê de Idéias, de 13 a 16 de março, em Rondonópolis, para uma formação sobre gestão de carteira de crédito em finanças de proximidade, e para um momento especial: Comemorar a inauguração do Banco Cerrado.

A inauguração aconteceu no dia 16 de março, na sede da Associação Dando as Mãos – entidade gestora do Banco Cerrado. Foi um momento de emoção para os presentes com a presença dos assentamentos que serão beneficiados por este novo banco, de autoridades, da Igreja Católica e da imprensa local.

Inauguração Banco Cerrado

Inauguração Banco Cerrado

O Banco Cerrado terá uma moeda própria, o Bacuri, que irá contribuir com a circulação da riqueza local, junto com o oferecimento de crédito produtivo para fortalecer a produção de alimentos da agricultura familiar nos assentamentos do entorno de Rondonópolis e para o desenvolvimento local.

É a economia sendo pensada pelo viés da sustentabilidade do território.

II Encontro de Bancos Comunitários

II Encontro de Bancos Comunitários

Inauguração do Banco Cerrado - 2

Inauguração do Banco Cerrado - 2

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Microcrédito em SP: agora só fazendo curso

Nova regra para concessão de crédito exige curso de capacitação para microempreendedor

02/03/2012

Medida visa reduzir a mortalidade e a inadimplência das empresas, ajudando o negócio a prosperar. O banco São Paulo Confia capacita seus novos e antigos clientes em cursos gratuitos da Academia de Microfinanças

A partir de agora, todas as pessoas que precisarem de microcrédito para incrementar seu negócio deverão passar por curso de capacitação para consegui-lo. A medida vale tanto para os novos microempreendedores quanto para aqueles que quiserem renovar o crédito. O objetivo da norma é reduzir a mortalidade e a inadimplência dos negócios, treinando os empreendedores no controle do seu dinheiro, abordando temas como os cuidados com o caixa, com as contas a pagar e a receber, a prática desse fluxo de caixa, noções sobre técnicas de compras e vendas e a legislação do MEI-Microempreendedor Individual.

“A Lei nº 11.110, sobre o Programa Nacional do Microcrédito Produtivo e Orientado estabelece essa regra, por isso, o banco São Paulo Confia passou a exigir, sem exceção, que todos os clientes participem do curso básico de empreendedorismo, o qual oferecemos por meio de nossa Academia de Microfinanças, gratuitamente, em algumas de nossas unidades”, explica o presidente do Conselho de Administração do São Paulo Confia, Hugo Duarte.

Segundo Duarte, a procura pelos cursos tem sido grande, o que levou o banco a instalar salas de aula, também, em subprefeituras, além de fazer convênios com escolas para ampliar a oferta de vagas, de acordo com a necessidade. “Desde janeiro, já capacitamos cerca de 550 microempreendedores na cidade de São Paulo”, destaca.

O curso está dividido em quatro módulos de três horas cada um, totalizando 12 horas distribuídas em quatro dias. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas em qualquer uma das 24 unidades do São Paulo Confia (www.saopauloconfia.org.br). Para participar, o interessado precisa ser maior de 18 anos e querer iniciar um negócio ou já ser um microempreendedor. Os alunos que concluírem o curso receberão certificado da Academia de Microfinanças do São Paulo Confia e um kit do Sebrae.

Os cursos acontecem nos períodos da manhã (das 9h às 12h) e da tarde (das 14h às 17h), nas seguintes unidades do São Paulo Confia:

• Zona Norte: Unidade Brasilândia

Av. Dep. Cantídio Sampaio, 623

• Zona Sul: Unidade Interlagos

Av. Interlagos, 6122

• Zona Oeste: Unidade Butantã

Rua Desembargador Homero Pinto, 105

• Zona Leste: Unidade Itaim Paulista

Rua Celso Barbosa Lima, 333

• Centro: Sede Administrativa

Av. Brig. Luís Antonio, 277 – 2º andar

Fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=7835

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Banco da Família realizou Convenção do Microcrédito

BANCO DA FAMÍLIA REALIZOU CONVENÇÃO DO MICROCRÉDITO
Publicado em segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 por Loreno

Aconteceu na Pousada Rural do SESC, no último final de semana (dias 25 e 26 de fevereiro), a 4ª. Convenção do Microcrédito do Banco da Família.

Realizada uma vez por ano, o tema da convenção de 2012 foi: “Eu desenvolvendo talentos”. De acordo com a presidente da instituição, Isabel Baggio, “é um momento de parada para aprendizado, discussões, revisão de comportamentos e atitudes, confraternização, estabelecimento de novos propósitos e metas, enfim, de recarregar baterias para os desafios que o Banco da Família se propôs realizar até o final deste ano”, disse.

Dra. Desirée: “86% das demissões no Brasil ocorrem por problemas comportamentais”

Após a abertura do evento, no sábado, um dos assuntos trabalhados foi “Como eu faço a diferença”. Quem trabalhou este tema foi a psicóloga e comunicadora social Desirée de Souza Fréscia, professora da UFSC. Em sua explanação, ela informou que 86% das demissões que ocorrem no Brasil devem-se não a falta de conhecimento, desempenho profissional ou habilidades das pessoas. “Mas sim a atitudes comportamentais”, disse. “Ou seja, cada vez mais temos de exercitar e aumentar nossa inteligência emocional”, falou.

Rita Cardoso, superintendente do Banco da Família, informou que durante os dois dias seriam trabalhados diversos temas com o grupo de colaboradores, tais como: saúde, meio ambiente, comunicação, gestão de rotinas e de equipe, planejamento e atendimento. “Serão dois dias muito importantes para melhorar o entrosamento entre a equipe, ampliar habilidades e promover novos conhecimentos”, falou.

Loreno Siega – Assessoria de Imprensa do Banco da Família

Fonte: http://blog.ozoide.com.br/?p=9440

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Moeda Social Digital em Rondônia: Cartão de crédito para famílias carente

Por
Redação RA
– 6 de fevereiro de 2012Publicado em: Estado

O tema de hoje é microcrédito – e a MOEDA SOCIAL DIGITAL. Nada mais é do que um cartão de crédito para família pobre. R$ 600,00 (seiscentos reais), cartão magnético…

CONFIRA NO BLOG DO GOVERNADOR:

O tema de hoje é microcrédito – e a MOEDA SOCIAL DIGITAL. Nada mais é do que um cartão de crédito para família pobre. R$ 600,00 (seiscentos reais), cartão magnético, máquina em cada comércio. Gira só num bairro ou no máximo dois. Fortalece a economia local. Educa a família a controlar o gasto. Pagar no dia certo e continuar com o cartão.

Estamos esparramando nos municípios as agências do Banco Povo. Objetivo é o microcrédito. A produção do autoemprego. Ainda não fiz a análise dos resultados práticas. Quantificáveis. Recomendo a SEDES a contratação de auditoria para avaliações dos benefícios. Taxas de inadimplência. E nível de satisfação. Enquanto isto vamos aumentando mais agências.

3. Duas OSCIPs tomam conta da gestão dos bancos. Banco do Povo de Ariquemes. Acrecid (associação de crédido associação rondonia). Cada uma delas gerencia os bancos municipais. Está bem dividido.

4. A moeda social digital, ainda em caráter experimental será implantada pelo Banco do Povo de Ariquemes nos Setores 9 e 10 da cidade. Tem o nome de “Jamari”. l jamari equivale a l real. Depois que se dominar a complexidade do sistema – será a vez de Guajará Mirim. Lá a moeda recebera o nome de “PÉROLA’. É o pobre com cartão de crédito.

5. Arnando Campos – Diretor do Banco do Povo de Ariquemes estudou tudo. Foi a Fortaleza conhecer o Banco Palmas. Que funciona assim. Lá funciona sem o cartão. Prós e contras, optou pela moeda digital. Dá mais trabalho, mas, ao final fica melhor.
Como Ariquemes tem Internet na cidade inteira, só peço ao Prefeito Márcio para ajustar bem as ondas de Internet e manutenção dela bem focada para os setores 9 e 10. Não pode faltar a Internet.

7. Cada cartão magnético custará R$ 0,87 (oitenta e sete centavos). Fica bem em conta. Creio que esta moeda, depois de implantada e divulgada, será um sucesso. Além de movimentar o dinheiro na farmácia local, mercadinho, borracheiro, peças, reformas, enfim, onde se tiver necessidade de comprar coisas miúdas do dia a dia.

8. Arnaldo já comprou a impressora para imprimir os cartões. E o CPD e treinamento da equipe será implantado logo depois do Carnaval. Como se diz, o Brasil só se começa a trabalhar depois dele. Parece que é verdade mesmo.

9. Há necessidade de ampla divulgação nos bairros. Convencimento. Credenciamento de comerciantes. Tirar a cisma deles. Mas, é assim mesmo. Coisa nova, todo mundo fica com a pulga atrás da orelha. Depos acaba o medo e avança. Não foi assim com o celular. Hoje, deus-me-livre, ninguém consegue conversar com o outro sem duas ou tres interrupções do bichinho eletronico.

10. Além de fortalecer o comercio local vamos também fazer uma inclusão digital, pois a maioria dos comerciantes locais não tem computadores para fazer a venda via internet já que essa é a maneira mais viável e não tendo custo algum para o comerciante.

11. Comerciante que não tem nada de tecnologia na loja, o banco do povo financiará pra ele toda a arrumação, fios, maquinetas eletrônicas para rodar o cartão ao preço de R$ 65,00 que pode ainda ser financiado.

12. O que é que você achou de tudo isto? Então, sim. Vamos começar pelo “Jamari” e depois pela “Pérola”. Daí a pouco, por demanda e provocações iremos aumentando a rede para outros municípios. A primeira parte será o aprendizado. Acertar as arestas.

13. No mais a semana foi boa. Espero que este ano seja bacana pra todos nós. Xô crise internacional. Xô crise no Estado! Fique longe de nós! Que tenha maioria sólida na Assembléia porque preciso deslanchar com os meus programas de governo. O time deve ficar azeitado para ganhar.

Fonte:BLOG DO CONFÚCIO
Autor:Jaruonline

Fonte: http://rondoniaaqui.com.br/?p=3809

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O ranking do microcrédito

RECONHECIMENTO
Blusol e Banco da Família são classificados no ranking das 100 Melhores Instituições de Microcrédito da América Latina

O Blusol foi classificado no ranking das 100 Melhores Microfinanças da América Latina, apontado pelo Fundo Multilateral de Investimentos (Fumin) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Microfinance Information Exchange. A instituição aparece na 65ª posição com pontuação total de 62,87%. Em 85º lugar também está o Banco da Família, do Planalto Catarinense, com 58,28% da pontuação total.

Realizado pelo oitavo ano consecutivo, o ranking tem por objetivo destacar as 100 melhores instituições de microcrédito da América Latina e do Caribe. É elaborado com base no desempenho das instituições, em três áreas específicas: alcance, eficiência e transparência. Participam do ranking as instituições que tenham alcançado rentabilidade positiva sobre ativos nos três últimos anos.

O Blusol também aparece entre as 20 instituições com maior crescimento, ocupando a 19ª posição. Dos 2.670.414 empréstimos realizados pela entidade, 1.619 foram direcionados à microempresa, o que representa 37,4%. A empresa de microcrédito atende 52 municípios catarinenses e conta, atualmente, com 6,9 mil clientes ativos. No último ano, foram liberados R$ 20,5 milhões em empréstimos. “É hora de comemorar e fortalecer nossas convicções para seguir o projeto. Este foi mais um passo rumo ao crescimento e evolução, não só do Blusol, mas acima de tudo da população da região onde atuamos”, comenta Claudio Peixer, presidente do conselho do Blusol.

Já o Banco da Família foi classificado com o 15º lugar entre as 20 instituições mais rentáveis. A empresa apresentou 10,2% de retorno sobre ativos e 18% de retorno sobre o patrimônio. No último ano, a instituição alcançou uma carteira ativa de R$ 15,8 milhões. O total de empréstimos já liberados pelo banco é de 101.769, 20,4 mil apenas em 2010, o que corresponde a R$ 30 milhões. Atualmente o Banco da Família conta com 7,8 mil clientes ativos e possui unidades em Lages, Otacílio Costa, São Joaquim, Curitibanos, Correia Pinto e três unidades no Rio Grande do Sul, em Caxias do Sul, Santa Fé e Vacaria.

Matéria publicada em 19/10/2011

Fonte: http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=15908&COD_CADERNO=17

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