Alterações no Simples para aumentar os valores de faturamento anual

10/06/2011 11:02

Planalto quer que projeto do Simples seja votado ainda em junho
por Agência Sebrae

Proposta em discussão na Câmara eleva de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões o teto para entrada no sistema de tributação da micro e pequena empresa

O Projeto de Lei Complementar 591/10, que altera a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, pode ser votado na Câmara dos Deputados ainda em junho. Essa é a intenção do governo e da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (9) pelo secretário-executivo da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Cláudio Vignatti, após reunião com o presidente da frente, deputado Pepe Vargas (PT/RS), com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, e com o secretário-executivo do Simples Nacional, Silas Santiago. “A ideia da presidente Dilma é que a votação ocorra nos próximos dias”, disse Vignatti.

A reunião tratou de pontos polêmicos e consensuais do projeto. A correção do teto da receita bruta do Empreendedor Individual de R$ 36 mil para R$ 48 mil, proposta pelo projeto, é um dos pontos que já tem sinal verde do governo, assim como simplificações para alteração e baixa desses negócios. O governo ainda avalia a questão do parcelamento de débitos do Simples Nacional e também sinaliza com essa possibilidade.

Um dos pontos que ainda não está fechado é o aumento do teto da receita bruta anual das empresas para entrada no Simples Nacional, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões, além da correção de toda a tabela de tributação das empresas. Há duas propostas em debate. Uma é o aumento apenas do teto para R$ 3,6 milhões. Outra é a correção de toda a tabela de tributação pelo índice da inflação no período em que o sistema entrou em vigor, em julho de 2007, até 2011, que é de 23%.

Uma novidade é a possível permissão para que as micro e pequenas empresas exportadoras também possam exportar até o valor do teto do Simples sem serem excluídas. Assim, se o teto subir para R$ 3,6 milhões, elas poderão exportar mais R$ 3,6 milhões sem sair do sistema. Outro ponto que ainda será debatido é a solução do problema da cobrança do ICMS, por meio da Substituição Tributária nas divisas estaduais. O assunto será tratado no próximo dia 20 entre integrantes da Frente e do Sebrae com integrantes do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, saiu da reunião otimista. “A reunião avançou muito, pois governo e parlamentares tentam encontrar propostas que sejam boas para todos, mas que beneficiem principalmente a quem mais interessa, que são os micro e pequenos negócios”, disse. No caso da tabela do Simples Nacional, ele acredita que o melhor é corrigir toda a tabela, principalmente a primeira e a segunda, onde estão mais de 70% das empresas.

Barretto também ficou animado com as perspectivas de aumento do teto para exportações de micro e pequenas empresas que estão no Simples. “As exportações são muito importantes para o desenvolvimento das empresas”, disse, destacando ainda a importância do parcelamento de débitos tributários das empresas do sistema, lembrando que muitas estão prestes a serem excluídas por causa desse problema.

Fonte: http://www.empreendedor.com.br/noticias/planalto-quer-que-projeto-do-simples-seja-votado-ainda-em-junho

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Microcrédito em duplas e grupos solidários entre si

Novo modelo de garantia entre empreendedores valoriza confiança e contratos coletivos, além de baixar taxas de juros

POR LUCIENE BRAGA

Rio – A confiança é a marca de uma nova modalidade no microcrédito: o sistema de Grupo Solidário ou Dupla Solidária. Pelo modelo, empreendedores se tornam fiadores uns dos outros, mesmo que parte deles esteja com o nome sujo (em listas de restrição ao crédito). O contrato prevê que eles se cotizem para tomar o empréstimo e elejam um responsável diante da instituição financeira. Os juros também caem: de 4% (duplas) para 3% (grupos).

A clientela é nova. Chegou há pouco aos bancos, e muitos nunca tiveram conta bancária. Segundo normas do Banco Central (BC), o microcrédito que financia até R$ 15 mil com juros entre 2% e 4% avançou, e muito, nos últimos anos. A média mensal de novos contratos supera 140 mil. O valor médio é de R$ 1.500, em sete prestações. Há dois anos, eram seis parcelas e média de R$ 1.100. A modalidade ganhou fôlego com o programa do empreendedor individual, com o investimento na figura do agente de crédito — que faz a ponte entre o cliente e o banco — e na descoberta das comunidades de baixa renda como importantes áreas a serem exploradas.

Superintendente de Microcrédito do Santander, Jerônimo Ramos afirma que o índice de inadimplência no microcrédito é baixíssimo. “Cerca de 3%. É verdade que o nome tem muito valor para a nossa clientela. As mulheres se destacam. Elas superam 70% das operações. A relação de confiança ganha um papel relevante na operação”, descreve.

Somara Oliveira, 44 anos, é um exemplo. Há três anos, trabalhava como camelô e tinha um pequeno espaço dentro de casa para atuar como cabeleireira. “Ganhei um panfleto do microcrédito. Procurei o banco e descobri que poderia deixar de tomar dinheiro com agiota, com juros de 30% ao mês. Meus negócios prosperaram muito”, conta ela, que agora tem um salão na Rua Cordovil, em Parada de Lucas. O espaço é climatizado, ela contratou manicures e ajudantes.

No salão, vende cosméticos e produtos para a casa. “Primeiro, fiz sozinha o crédito. Agora reuni outras amigas, cabeleireiras e até o meu pedreiro. Fizemos dupla e grupo solidário. Os juros são menores. A gente quer melhorar sempre, com ousadia, organização e aproveitando oportunidades. Fiz empréstimo para capital de giro. Se pego R$ 5 mil, eles viram R$ 10 mil”, conta ela, com termos de empresária.

Relacionamento conduz operações

O agente Rubens Bauer explica que o contato com empreendedores se torna um relacionamento. “Conhecemos o cliente, a vida dele, a família. Atuamos como consultores, analisando cada pedido e acompanhando o desenvolvimento do cliente. E também como cobradores”, revela, ao chegar para uma visita ao grupo solidário formado por Somara e suas colegas empreendedoras.

No grupo solidário, se há três participantes, um deles se responsabiliza diante do banco. É ela quem paga o carnê pelos outros dois. “Se um não pode naquele mês, os outros cobrem. A gente administra”, conta Somara, que arranjou um jeito — acompanhada pelo consultor — de garantir o movimento às terças-feiras, dia fraco nos salões. “É a terça-feira maluca. Vou dar desconto em tudo”, conta ela, que diz ter aprendido muito com o pai, um vendedor de cachaça da Bahia.

Essa visão empreendedora da mulher brasileira já foi percebida pela Caixa Econômica Federal, que criou nova linha de microcrédito para empreendedoras. As taxas vão de 0,93% a 3,9% ao mês com até 24 meses para quitação.

Escritório: lan house e celular

Responsável pelo Microcrédito Itaú Unibanco Brasil, Eduardo Ferreira fala em crédito consciente. “O agente de crédito, alguém da própria comunidade ou de comunidade similar, leva a oportunidade e orienta. Ele tem a tecnologia a serviço das operações que fecha. O escritório dele é um misto de lan house com Blackberry”, conta.

Às vezes, sem xerox, o documento é fotografado pelo agente na hora. Ferreira lembra que a análise do cliente e do pedido diminuem o risco. “Para buscar um boleto, ele pode ter que gastar R$ 6 com o ônibus. Se não recebe a prestação de R$ 100, o prejuízo é de 6%. Tem que avaliar bem os pedidos”, explica.

Alex Silva de Souza, agente do Itaú, diz que o microcrédito, bem orientado, resgata a cidadania. “Trabalhando em comunidades da Mangueira, Maré, Complexo do Alemão e Penha, já tive até que me jogar no chão em tiroteios. E vi histórias de resgate da cidadania. Gente que lutou pelo próprio negócio. Dona Fátima ajudava o marido em um bar. E passou a vender cosméticos para as mulheres dos “cachaceiros”. Olhe que visão! Hoje, tem sete revendedoras, é lipoaspirada e siliconizada”, descreve.

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2011/4/microcredito_em_duplas_e_grupos_solidarios_entre_si_158413.html

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Declaração de rendimentos das MPE pode ser entregue até 28 de fevereiro

Decisão segue tendência da Receita para aceitar recebimento em prazo médio de dois meses

Da Agência Sebrae de Notícias

Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSIM) ampliou de 31 de janeiro para o último dia de fevereiro de cada ano o prazo para o Empreendedor Individual entregar a Declaração anual do Simples Nacional. O Comitê também prorrogou alguns prazos de pagamento de tributos do Simples Nacional para empreendedores dos municípios do Rio de Janeiro recentemente atingidos por enchentes e deslizamentos de terras.

A ampliação do prazo para entrega da declaração anual de receita do Empreendedor Individual está na Resolução n° 81/10. Conforme o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, a decisão beneficia os empreendedores seguindo a tendência verificada na Receita de entrega de declarações num prazo médio de dois meses.

Até agora, segundo o secretário, de mais de 809 mil empreendedores individuais, apenas 60 mil entregaram a declaração. E lembra que a apresentação dessa declaração é indispensável para a emissão do carnê de pagamento da taxa fixa mensal do empreendedor individual. “A não apresentação sujeita o contribuinte a multa cujo valor mínimo é de R$ 50,00”, alerta.

Ajuste

A Resolução número 81 também atualizou, a partir do novo salário mínimo de R$540,00, os valores fixos mensais pagos pelos empreendedores individuais que ficam assim: R$ 59,40 para a Previdência Social, R$ 1 de ICMS ( para indústria e comércio) e R$ 5,00 de ISS, para o setor de serviços.

Simples Nacional

A prorrogação de prazos para pagamento de tributos do Simples Nacional relativos a municípios do Rio de Janeiro está na Resolução nº 82/10. A medida abrange os seguintes municípios de Areal, Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Teresópolis.

Nesses municípios o pagamento dos tributos do Simples Nacional ficam assim: Pagamento referente a dezembro de 2010 com vencimento em 20 de janeiro de 2011, o prazo fica para o dia 29 de julho de 2011. Pagamento referente a janeiro de 2011, com vencimento em 20 de fevereiro de 2011, o prazo fica para o dia 31 de agosto também de 2011. Pagamento referente a fevereiro de 2011, com vencimento em 20 de março de 2011, o prazo foi ampliado para o dia 30 de setembro de 2011.

A orientação do CGSIM é que os contribuintes desses municípios gerem o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) referente a dezembro de 2010 só depois da atualização do aplicativo PGDAS que já trará as novas datas de vencimento. A previsão é que esse aplicativo esteja pronto “nos próximos dias”.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI205406-17180,00.html

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Empreendedor Individual: BNB oferta R$ 100 milhões em crédito a micros e pequenos

BNB oferta R$ 22 mi em crédito a micros e pequenos

Terão preferência empreendedores que possuem experiência com o Crediamigo, microcrédito do banco

13/1/2011

Os recursos são do orçamento do FNE para este ano. Para toda a área de atuação do banco, serão R$ 100 mi

Com um orçamento de R$ 100 milhões, o Banco do Nordeste (BNB) lança uma nova linha de crédito direcionada exclusivamente para o Empreendedor Individual (EI). Do total, cerca de R$ 22 milhões estão orçados para o Estado do Ceará.

Os recursos do programa provém do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e são destinados ao empresário que se enquadrar nas exigências do programa. Contudo, terão preferência aqueles que possuem experiência com o Crediamigo, projeto de microcrédito orientado pelo Banco.

“Nossa ideia, nesse início, é buscar clientes que já são atendidos pela linha de microcrédito Crediamigo, maior da América do Sul”, explica Jorge Mendonça, gerente em exercício do Ambiente de Micro e Pequena Empresa do BNB.

Até R$ 15 mil

O executivo explica também que cada empreendedor pode requerer até R$ 15 mil de financiamento. Para isso, basta estar enquadrado na categoria empreendedor individual, que são aqueles que têm renda de até R$ 36 mil anuais e geram, no máximo, um emprego adicional. Além de experiência de pelo menos seis meses na atividade desenvolvida, comprovada por meio de experiência bancária ou comercial.

A finalidade desse programa de micro crédito, ressalta Jorge Mendonça, é financiar investimentos de ordem geral, como a compra de móveis, de utensílios, de equipamentos, de máquinas, além de reforma e construção de instalações.

Condições de financiamento

O valor adquirido no financiamento poderá ser pago em até 36 meses, incluindo carência de dois meses. Os juros são de 6,75% ao ano, e o beneficiado conta ainda com um bônus de adimplência, que garante um abatimento para quem tem as prestações pagas em dia. Há também descontos anuais, que serão de 25% para quem reside no semiárido e de 15% para os que estão fora dessa região.

O programa já está em vigor nos estados que o Banco do Nordeste atua, que corresponde a todo o Nordeste e parte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Os interessados podem procurar qualquer agência do BNB, portando os documentos referentes à condição de empreendedor individual e a proposta de empréstimo.

Mais informações podem ser obtidas pelo canal Cliente Consulta, no telefone 0800 728 3030.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=916894

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Governo já legalizou cerca de 400 mil microempresários informais

12:02
06/07/2010

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Após um ano de funcionamento, cerca de 400 mil pessoas fizeram cadastro no programa Microempreendedor Individual, lançado em 1º de julho de 2009 com o objetivo de legalizar quem trabalha por conta própria, segundo informou hoje (6) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A meta é chegar ao final deste ano com 1 milhão de cadastrados.

De acordo com o ministério, entre as atividades com maior número de inscrições no programa estão comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (9,55%), cabeleireiros (7,27%) e lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares (3,25%). Também estão na lista comércio de produtos alimentícios, como minimercados, mercearias e armazéns (3,24%), bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas (3,18%), confecção sob medida de peças do vestuário (2,69%), entre outros segmentos.

O programa prevê a formalização dos pequenos empreendedores que faturam, no máximo, R$ 36 mil por ano e empregam até um funcionário que receba salário mínimo ou o piso da categoria. Para se cadastrar, o interessado não pode ter participação em outra empresa.

O ministério lembra que os cadastrados são enquadrados no Simples Nacional. Ficam isentos dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL) e pagam o valor fixo mensal de R$ 57,10 (setores de comércio ou indústria) ou R$ 62,10 (setor de prestação de serviços). Esse dinheiro é destinado à Previdência Social e ao pagamento de ICMS ou ISS. Contribuições que permitem o acesso aos benefícios previdenciários, como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros.

Outra vantagem apontada pelo ministério é que os pequenos empresários legalizados ainda têm direito a aquisições de bens e serviços oferecidos pelos governos, com dispensas de escrituração fiscal e contábil e de algumas vistorias prévias. Por lei, os escritórios de contabilidade optantes do Super Simples devem orientar gratuitamente os novos empreendedores a fazer a primeira declaração de Imposto de Renda. A formalização do empreendedor individual é feita somente pela internet, no Portal do Empreendedor.

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Encontro debate novas regras que orientam microcrédito no Brasil

Depois de ler a matéria publicada no site do Desenbahia, verifica-se que o título está um pouco exagerado. O texto fala de um ciclo de formação que está sendo oferecido aos agentes de crédito do programa Credibahia, reunidos por regiões do Estado, sobre a prospecção de novos clientes.

No que se refere às “novas regras”, trata-se, na verdade, de informar aos agentes de crédito sobre a legislação sobre o Empreendedor Individual, que busca ajudar no processo de formalização dos microempreendedores brasileiros. Nada sobre regras novas especificamente dirigidas ao microcrédito enquanto tal.

Apesar disso, a informação sobre a atuação do Desenbahia é interessante.

Técnicas de como captar novos clientes, recuperar créditos e orientações sobre as novas regras no setor de microcrédito no Brasil são alguns dos temas que serão debatidos até a próxima sexta-feira (11), no Encontro Regional de Agentes do Crédito do CrediBahia, que começou nesta quarta (9), em Feira de Santana.

Realizado pela Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) em parceria com a Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia) e o Sebrae, o encontro faz parte de uma série de ações que tem por objetivo qualificar os agentes de crédito e realizar um nivelamento de informações entre os municípios participantes.

Este é o segundo encontro de uma série de oito, e conta com a participação dos agentes das cidades de Água Fria, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Cruz das Almas, Feira de Santana, Governador Mangabeira, Ipecaetá, Irará, Maragogipe, Muritiba, Nazaré, Santo Amaro, Santo Antônio de Jesus, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Saubara e Terra Nova. O primeiro foi realizado em Salvador, no mês de maio.

Desempenho
De acordo com Antônio Pimenta, coordenador técnico do CrediBahia, a atividade tem a proposta de colaborar com o aumento do desempenho dos agentes e possibilitar que estes profissionais apresentem as suas habilidades e troquem experiências. “Cada agente tem uma forma de lidar com o cliente, por isso ,a importância da capacitação para nivelar os conhecimentos. Mas, acima de tudo, para que os casos de sucesso sejam compartilhados”.

Além das novas regras, os agentes de créditos estão sendo capacitados para orientar os clientes sobre os direitos do Empreendedor Individual, regulamentados pela lei complementar 128/2008, estimular à formação de grupo ou aval solidário e ainda o conceito, dimensão e composição do setor informal e de trabalho decente.

Agente de crédito há cinco anos, do posto de atendimento de Santo Antônio de Jesus, Cleberson Freitas afirma que o encontro regional possibilita uma maior interação entre os agentes e uma maior aproximação com os seus respectivos coordenadores. “Este evento é fundamental para que possamos avaliar as nossas ações de uma forma geral e possamos tratar das questões específicas de nossa cidade. Além disso, é uma oportunidade de compartilhar conhecimentos”.

Até o final do ano devem ser realizados mais seis encontros, contemplando todos os agentes dos 179 postos de atendimentos do CrediBahia. O próximo Encontro Regional de Agentes de Crédito do CrediBahia será entre os dias 7 e 9 de julho, na cidade de Irecê, no sudoeste do estado.

Fonte: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2010/copy5_of_01/09/encontro-debate-novas-regras-que-orientam-setor-de-microcredito-no-brasil

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