Pequenas e microempresas lideram demanda por crédito em agosto

Crédito | 15 de setembro de 2011 | 8h 36

Indicador da Serasa EXperian aponta alta de 6,6% em relação ao mês de julho

As pequenas e microempresas lideraram a demanda por crédito em agosto, informa relatório divulgado na manhã desta quinta-feira (15) pela Serasa Experian. De acordo com os dados, a busca por dinheiro neste grupo de empresas cresceu 6,6% em relação ao mês de julho. No caso das médias empresas, entretanto, houve redução na demanda (1,8%).

Monica Bento/AE

Busca por dinheiro entre as médias empresas foi menor, aponta levantamento

Ainda de acordo com o levantamento, as pequenas e microempresas lideram também a procura anual por empréstimos. Em relação ao mês de agosto do ano passado, houve alta de 7,8%. As médias empresas, pela mesma comparação, também reduziram a procura por recursos – desta vez de 1,9%.

O indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de CNPJs – cerca de 1 milhão – consultados mensalmente na base de dados da empresa.

O pequeno empreendedor que sai ao mercado em busca de crédito atualmente deve ter em mente que os bancos ainda praticam taxas de juros altas, portanto, recomendam os especialistas, é preciso cautela na decisão de tomar dinheiro emprestado. O empresário deve, antes, analisar a necessidade de efetivar a operação e, principalmente, saber se conseguirá arcar com os pagamentos mensais da dívida.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,pequenas-e-microempresas-lideram-demanda-por-credito-em-agosto,797,0.htm

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Banco do Povo em Bauru aumenta número de empréstimos e valor financiado

Segunda, 15 de Agosto de 2011

Em Bauru, de janeiro a julho de 2011, os índices de número de empréstimos e do total de valores financiados através do Banco do Povo aumentaram mais de 50% em média, se comparados ao mesmo período de 2010, de acordo com informações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, coordenadora do serviço no município.

Neste ano, nos primeiros sete meses de 2011 foram formalizados 76 empréstimos que totalizaram R$ 291.943,33 contra 51 empréstimos num valor total de de R$ 183.105,15, em 2010, o que representa um aumento de 59,4% referente a valores.

Em 2010, do total dos 51 clientes do Banco do Povo, 53% eram mulheres (a maioria costureiras), 53% eram formais e 73% para investimento fixo (bens duráveis como máquinas, veículos, etc).

Já em 2011, de acordo com o levantamento realizado até o momento, 70% dos empréstimos foram realizados para investimento fixo, sendo que a maioria para o ramo de confecções (costura e comércio).

Os empreendedores interessados pelos serviços prestados pelo Banco do Povo deverão procurar pelo Posto de Atendimento Avançado da Prefeitura, nas dependências do Poupatempo, que fica na Av. Nações Unidas, 4-44, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h e aos sábados das 8h às 13h.

O Banco do Povo é um programa de microcrédito produtivo desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo desde 1998 e gerenciado pela Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), em parceria com as prefeituras, com o objetivo de promover a geração de emprego e renda, por meio da concessão de microcrédito para o desenvolvimento de pequenos negócios.

Os Empreendedores Individuais recebem as orientações sobre a disponibilidade do serviço através de contato telefônico. Em Bauru, de acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, o cadastro do município conta com mais de 700 empreendedores individuais devidamente regularizados.

O valor do crédito varia de R$ 200,00 a R$ 5.000,00, para Pessoa Física, com prazo de pagamento em até 24 meses e de R$ 200,00 a R$ 7.500,00 para Pessoa Jurídica, com prazo para pagamento em até 36 meses com juros de até 0,7% e até R$ 25.000.00 para cooperativas com prazo de pagamento em até 36 meses.

O valor do empréstimo poderá ser usado em abertura e regularização de empresas, compra de mercadorias e matérias-primas, compra e conserto de máquinas e equipamentos, compra e conserto de veículos utilitários, mão de obra referente à construção ou reforma do estabelecimento.

O interessado deverá comprovar ainda, que desenvolve atividade produtiva, residência e empreendimento no município há mais de 2 anos, faturamento bruto de até R$ 240 mil/ano e não possuir restrição cadastral.

O empréstimo é efetuado mediante garantias tais como, avalista (pessoa física) sem restrições cadastrais e alienação fiduciária dos bens financiados, quando se tratar de investimento fixo.

Fonte: http://www.auriverde.am.br/site/noticias/ler/banco-do-povo-em-bauru-aumenta-numero-de-emprestimos-e-valor-financiado

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Microcrédito presente no Amazonas

A Região Norte do país é aquela em que o microcrédito tem menor incidência. Entretanto, aos poucos, começam a surgir iniciativas que estão contribuindo para sua difusão em favor dos pequenos empreendimentos também daquela região.

Entrega de 380 cartas de crédito do Programa Banco da Gente Imprimir
29-Abr-2010
ImageManaus – A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Gestão Tecnológica e Projetos Especiais (Semtec), realizou nesta quarta-feira, (28), no Auditório da PMM, a entrega de 380 cartas de crédito do Programa Banco da Gente. O objetivo da ação é abrir financiamento para os microempresários que desejam ampliar seus negócios, gerando mais emprego e renda para essas pessoas. Na sexta operação, os beneficiados receberam financiamentos com empréstimos no valor de R$ 10 mil reais. Na ocasião, estiveram presentes o secretário Municipal de Gestão Tecnológica e Projetos Especiais, Carlos Alberto D’Carli Jr., o secretário Municipal de Trabalho e Desenvolvimento Social, Vital Melo e representantes de órgãos ligados ao projeto. O programa de microcrédito atende a microempreendedores da cidade com financiamento de máquinas, equipamentos e capital de giro.

O secretário Municipal de Gestão Tecnológica e Projetos Especiais, Carlos Alberto D’Carli Jr., lembrou que esta não é a primeira vez que o prefeito Amazonino Mendes aposta em mecanismos para beneficiar microempreendedores.

Ele citou a criação da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), em 1999, que funciona desde então, como um banco para financiamento de microcrédito. “Antes de se afirmar que o prefeito está oferecendo créditos à população, é bom ressaltar que o município também está ganhando crédito com a injeção desses recursos. A ideia é oferecer novas oportunidades do crescimento não apenas dos empreendedores, mas da cidade de um modo geral”, afirmou D’Carli. O secretário também ressaltou a preocupação com os projetos relacionados à Copa de 2014 e com os investimentos em projetos tecnológicos no município.

O programa desenvolvido pela prefeitura, desde o início de suas atividades em setembro do ano passado, já contabilizou quase R$ 8 milhões em crédito para os microempresários. Desse total, R$ 1,6 milhão foi entregue na ação desta quarta-feira.

Para a artesã e empresária, Adélia Maria Menezes, beneficiada com o empréstimo, para se proporcionar oportunidades é necessário acreditar e confiar na capacidade do ser humano, e, segundo ela, a iniciativa do Banco da Gente traduz bem essa realidade. “Quando recebemos esse financiamento, estamos recebendo outro valor ainda maior: uma mensagem implícita do próprio prefeito, dizendo que acredita e confia em você. Esse recurso, além de ampliar meus negócios vai atingir indiretamente outras pessoas que serão favorecidas através do meu trabalho com a venda de meus produtos. E assim por diante”, declarou a artesã. O Banco da Gente também trabalha com financiamento para trabalhadores autônomos; para Economia Solidária (Ecosol); a Agroindústria; o profissional liberal e para a micro e pequena empresa.

Fonte: http://www.amazonas24horas.com/Entrega-de-380-cartas-de-credito-do-Programa-Banco-da-Gente.html.

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Microcrédito moderniza comércio de carne em Euclides da Cunha

No ano passado, tive a oportunidade de ir participar, em Salvador, da comemoração de aniversário de uma organização de microcrédito na Bahia, o CEADE.

Foi quando tive o prazer de conhecer ao Luis Petitinga, presidente do Desenbahia, a agência de fomento do estado, uma pessoa muito simpática, mas ao mesmo tempo dedicada e que tem dado uma contribuição valiosa para a consolidação das operações do microcrédito naquele estado.

O Desenbahia desenvolve o microcrédito atuando em duas frentes: uma com o Credibahia, programa estadual, realizado em parceria com os governos municipais, e na outra frente, financiando as entidades de microcrédito – OSCIP e cooperativas, para que contem com disponibilidade de recursos (funding) para emprestar.

A matéria abaixo relata uma intervenção interessante do microcrédito na cidade de Euclides da Cunha, revelando quão útil pode ser para o desenvolvimento local dispor de instituições operadoras assim dedicadas.

Ter, 20 de Abril de 2010

Por meio do Programa de Microcrédito do Estado da Bahia (CrediBahia), os pequenos comerciantes de carne de Euclides da Cunha, a 335 quilômetros de Salvador, tiveram acesso a financiamentos com juros reduzidos para a aquisição de novos equipamentos.

O dinheiro é utilizado para reestruturação dos negócios, conforme novas exigências da Lei de Vigilância Sanitária, com a compra de balcão de resfriamento, balança eletrônica e mesa inox. A linha de microcrédito viabiliza, assim, o comércio legal de carne na área do Centro de Abastecimento construído pelo governo estadual, em 2009, em substituição à antiga feira livre.

Segundo o presidente da Desenbahia, Luiz Alberto Petitinga, já foram investidos R$ 184 mil, com o valor médio por contrato de R$ 4,3 mil. “Nossa linha de crédito resolve as dificuldades que eles enfrentavam para enquadrar seus negócios à legislação, desde que o Ministério Público e os órgãos de Vigilância Sanitária passaram a exigir a aplicação da lei”.

A agente do CrediBahia na cidade, Daiana de Abreu, explica que essas operações foram possíveis devido à estrutura fornecida e organização dos comerciantes, por meio da Associação Municipal.

“Metade dessas operações foram viabilizadas por meio de aval solidário entre os próprios marchantes. O Governo do Estado e a prefeitura construíram o novo espaço, com infraestrutura necessária para receber os itens financiados. Colaboramos na orientação e procuramos o Sebrae para realizar cursos específicos de manuseio de carnes, higiene e noções de administração. A mobilização e o empenho desses comerciantes fizeram a diferença?, explica Daiana.

Os agentes do CrediBahia, presentes em 171 municípios, orientam e acompanham diretamente as atividades produtivas e estimulam o empreendedorismo no estado, com apoio do Sebrae. O programa de microcrédito é administrado pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em convênio com as prefeituras. A Desenbahia faz toda a operação financeira.

Fonte: http://www.noticiacapital.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12378:microcredito-moderniza-comercio-de-carne-em-euclides-da-cunha&catid=109:municipios&Itemid=163

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BluSol projeta R$ 18,5 milhões em empréstimos para 2010 em Blumenau

Fonte: Santa Catarina 24 hs – http://www.santacatarina24horas.com/BluSol-projeta-Rs-18-5-milhoes-em-emprestimos-para-2010-em-Blumenau.html

02-Abr-2010

Blumenau – Com mais de 5,7 mil operações, para 5,4 mil clientes ativos, o BluSol projeta R$ 18,5 milhões em empréstimos para 2010. E com uma projeção de inadimplência baixa, com índice previsto de 0,85%. A atividade desenvolvida pela instituição de microcrédito estimula a geração de emprego e renda. Segundo o presidente da instituição, Cláudio Peixer, de 2005 a 2010 foram computados 1.650 novos empregos. “No mesmo período, são 58 mil empregos mantidos e/ou fortalecidos”, ressalta.

Vale destacar ainda a posição nacional que o BluSol mantém. Está entre as 16 instituições de microcrédito do Brasil habilitadas para operar no programa Bolsa Família, cujo objetivo é conceder microcrédito orientado a Beneficiários Empreendedores do cadastro único do Programa Bolsa Família. Somente em 2009 foram realizadas 34 operações do gênero, totalizando quase R$ 57 mil. Pessoas como Elisiane Vargas, costureira de Gaspar que emprestou R$ 1,5 mil para investir em sua pequena confecção.

E se os beneficiários do Bolsas Família são lembrados, porque não também aqueles que se mantêm no campo? Na categoria microcrédito rural, o BluSol realizou 121 empréstimos em 2009, chegando a R$ 548,6 mil liberados.

O perfil dos clientes BluSol

De acordo com o perfil do cliente BluSol, a grande maioria atua na área de serviços (65,4%), e a maior parte ainda atua na informalidade (75,7%). Por isso, para garantir direitos como auxílio doença, aposentadoria, salário maternidade, pensão, auxílio reclusão e outros, que o BluSol estimula a formalização dos negócios. Numa parceria com o Sebrae/SC, por exemplo, estão programadas oficinas nas cinco filiais do BluSol para informar e capacitar os clientes sobre ser empreendedor individual.

Ainda é pequeno o número de adolescentes que descobriu o microcrédito. Entretanto, alguns já identificaram sua capacidade empreendedora e foram atrás do sonho de ter o próprio negócio. Clientes com idades entre 15 e 20 anos correspondem a uma fatia de 2,12% do total do BluSol. Homens e mulheres praticamente dividem o mesmo posto dentro da entidade: 47,4% e 52,6%, respectivamente.

Santa Catarina tem, atualmente, 17 instituições de microcrédito. Totalizou R$ 706 milhões emprestados até agora. Deste número, o BluSol responde por uma fatia de R$ 118 milhões, ou 17%. Do número geral de créditos, tem 35 mil, o equivalente a 13%. Também responde por 15% do total de clientes ativos do Estado (4,4 mil) e 15% da carteira ativa, respondendo por 12 milhões.

Apoio na formação de empreendedores

Somente em 2009, o BluSol realizou ações de incentivo ao trabalho na região onde atua. Em Blumenau, doou equipamentos para o curso de manicure e pedicure do Centro de Educação Profissional do CAIC da Itoupava Central. Também doou oito computadores, uma impressora e um ar-condicionado para o laboratório de informática do Pró-Família, entidade que capacitou mais de 650 adolescentes aprendizes no ano passado e espera atender outros 800 agora em 2010. “Também realizamos cinco oficinas de capacitação empreendedora em quatro bairros diferentes de Blumenau e em Gaspar, atendendo 410 empreendedores que aprenderam sobre Custos, Vendas, Diagnóstico Empresarial e outros temas”, completa Peixer.

Fonte: Assessoria de imprensa

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Medidas contra a crise: incentivos adicionais ao repasse de Funding

Tem sido recorrente o uso pelo governo da máxima segundo qual o Brasil poderá sair da crise melhor do que entrou, que a crise pode converter-se em uma boa oportunidade inovadora e criativa para a sociedade brasileira como um todo e para a presença brasileira no cenário internacional.

No caso do microcrédito produtivo orientado, precisamos pensar em medidas que incentivem adicionalmente o repasse de Funding para as instituições operadoras de microcrédito.

Sabendo-se que do total de recursos de depósito a vista (contas correntes) sob guarda dos bancos públicos e privados, 2% devem ser utilizados no financiamento à população de baixa renda e empreendedores populares, e que dos quase 3 bilhões de reais que esse valor totaliza, aproximadamente metade está retido no Banco Central por não ter sido empregado conforme específica a Lei, o momento atual poderia ser a oportunidade para promover alguns incentivos a que os bancos pudessem estimular o segmento das instituições de microcrédito produtivo orientado.

Como funciona hoje?

O banco efetua o cálculo do seu saldo de depósitos, aplica o percentual de 2%, e tenta demonstrar ao BC que está usando todo ou parte desse valor segundo especifica a lei e as resoluções que a explicitam. Assim, ou o Banco usa o dinheiro conforme determina a lei ou o deposita sem remuneração no BC.

O esforço do banco é encontrar formas de retirar esse dinheiro do “limbo” (BC). Então, ele calcula: o que é melhor? o que é mais econômico? cumprir as exigências da lei, que implica em incorrer em vários custos, ou deixar o dinheiro retido, sem rendimentos?

Minha idéia é criar um mecanismo que torne mais barato para o banco cumprir as exigências da lei, através, especificamente, do mecanismo de repasse de financiamentos às organizações de habilitadas ao Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO).

Como seria?

A única alteração seria estabelecer um multiplicador para cada real repassado às organizações de microcrédito habilitadas ao Programa Nacional. Se o banco empresta R$ 1,00, multiplica-se esse real por 3, por 5, por 10, qualquer número. E o resultado dessa conta, o banco pode demonstrar ao Banco Central que usou para cumprir a exigibilidade, portanto não precisa depositar sem remuneração.

Assim, suponhamos que um Banco tivesse que reter R$ 20 milhões, e fizesse 3 emprestimos a três organizações habilitadas ao PNMPO, e que o múltiplo definido fosse de 3 vezes, teríamos:


Organização A: R$ 500 mil x3 1,5 milhão
Organização B: R$ 1 milhão x3 3 milhões
Organização C: R$ 1,5 milhões x3 4,5 milhões

Nesse caso, emprestando R$ 3 milhões às organizações de microcrédito, o banco poderia contabilizar como “cumprimento da exigibilidade” R$ 9 milhões, tendo que reter 11 milhões e não R$ 17 milhões como seria pela regra atual.

Com a fixação de um sistema de incentivos deste tipo, a vantagem do banco em aplicar nas organizações de microcrédito cresceria bastante, fazendo que o pêndulo da balança pudesse apontar em favor da expansão do microcrédito produtivo orientado, através de suas organizações.

Bastaria a regulação ser específica quanto à modalidade de operação em que essa regra seria usada: repasse; quanto à exigência da organização ser habilitada ao PNMPO; que o multiplicador fosse decrescente, por faixa, favorecendo com maior índice as menores operações; e que as faixas não fossem pela operação individualizada, mas pelo acumulado dos repasses dos bancos para cada instituição, favorecendo a distribuição dos recursos para maior quantidade de organizações.

Iniciamos a discussão de uma proposta com esse perfil. Quem sabe, prospera! Se viesse a ter algum êxito, os beneficiados seriam os empreendedores de baixa renda e as microempresas.

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