Faturamento de pequena empresa em São Paulo sobe 8,8% em janeiro

Em segunda-feira 12/3/2012, às 13:07

O faturamento real das micro e pequenas empresas paulistas aumentou 8,8% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2011 e chegou a R$ 28,3 bilhões – R$ 2,3 bilhões a mais. Em comparação com dezembro, o faturamento apresentou queda de 12,6%, recuo esperado por conta de os números de dezembro serem inflados pelas compras de Natal e o início de ano ser época de férias coletivas. Os dados são da pesquisa Indicadores, realizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP).

De acordo com a entidade, a alta verificada em janeiro foi influenciada pelos setores de serviços e comércio, que registraram elevações de 11,5% e 11,2%, respectivamente. As micro e pequenas empresas industriais tiveram queda de 3,2% no faturamento real em janeiro sobre o mesmo mês de 2011. “Os resultados fracos da indústria são atribuídos aos efeitos dos aumentos dos juros básicos no primeiro semestre de 2011 e à concorrência com importados”, afirma nota do Sebrae-SP.

O estudo indica resultados positivos em todas as regiões do Estado em janeiro ante janeiro de 2011: Grande ABC (13,5%), Região Metropolitana de São Paulo (9,8%), interior (7,7%) e capital paulista (6,2%). O Sebrae-SP afirma esperar “ligeira melhora” no desempenho das micro e pequenas empresas da indústria a partir do segundo semestre por conta da redução dos juros iniciada em agosto de 2011.

Fonte: http://br.finance.yahoo.com/noticias/Faturamento-pequena-empresa-estado-3970808045.html?x=0

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Pequena queda na confiança dos microempresários para o começo de 2012

Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) tem ligeira queda para 73,3 pontos na perspectiva para 1º TRI 2012

Indicador encontra estabilidade e mostra cautela do empresário

O Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) apresentou ligeira queda em relação ao último levantamento, realizado em setembro. O indicador com os resultados para o primeiro trimestre de 2012 registrou 73,3 pontos, em uma escala de 0 e 100, ante 73,7 pontos, apurados no último levantamento, em setembro.

Realizado em parceria entre Insper e Santander, o IC-PMN tem periodicidade trimestral e aponta as perspectivas do setor.

Quando analisadas as expectativas de acordo com as diferentes questões que compõem o índice, é possível identificar que os empresários permanecem otimistas em relação aos negócios. Houve um aumento nas perspectivas de lucro das empresas, de 76,2 para 76,4 pontos, e na disposição dos empresários de pequenos e médios negócios em investir, de 70,5 para 70,9 pontos. Também é positiva a leitura sobre as perspectivas de contratação, que historicamente têm registrado queda e, no levantamento para o primeiro trimestre, ficou praticamente estável aos 68,2 pontos (68,3 em setembro). Apenas as previsões de faturamento tiveram retração de 78,4 para 76,8 pontos.

“É natural o desaquecimento das vendas no início do ano, provocando esta redução na previsão de faturamento dos empresários de pequeno e médio negócios no período”, avalia o professor do Insper José Luiz Rossi Junior.

Entre os diferentes ramos de atividade, identifica-se retração no otimismo do setor serviços (74,9 para 73,5 pontos), enquanto indústria e comércio permaneceram praticamente estáveis. Na avaliação por estado, a principal queda foi observada no Centro-Oeste, onde o IC-PMN passou de 77,3 para 72,6 pontos. Também caiu a confiança dos empresários das regiões Sul e Nordeste, sendo registradas altas apenas as regiões Sudeste e Norte, esta última, a mais otimista, com 76,4 pontos.

O estudo para o IC-PMN envolve 1,2 mil empresas das cinco regiões do país. Foram ouvidos empresários de três ramos de atividade (comércio, serviços e indústria) e que faturam até R$ 30 milhões/ano.

Para acessar o relatório do 13º Índice IC-PMN clique aqui
http://www.insper.edu.br/sites/default/files/INSPER_Relat.Santander_Dez-11_Port_preview.pdf

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Sebrae: receita das MPEs cresce 9% em janeiro em SP

15 de março de 2011 | 13h 28

CIRCE BONATELLI – Agencia Estado

SÃO PAULO – As micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo tiveram um faturamento real de R$ 24,6 bilhões em janeiro, de acordo com dados divulgados hoje pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP). O volume representa uma alta de 9% ante janeiro de 2010. Este é o melhor resultado para um mês de janeiro, em termos de variação real (descontada a inflação), desde 1998, quando o levantamento começou a ser feito.

Além disso, segundo o Sebrae-SP, este é o 16º mês consecutivo em que ocorre aumento na receita das micro e pequenas empresas, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação a dezembro, a receita caiu 20,7% em janeiro deste ano – o que já era esperado. O Sebrae-SP lembra que as vendas de fim de ano são beneficiadas, especialmente no comércio, pela injeção de recursos do 13º salário, o que torna a base de comparação muito alta.

De acordo com o consultor do Sebrae-SP Pedro João Gonçalves, o resultado positivo de janeiro ante o mesmo mês do ano passado é explicado pelo aumento do consumo no mercado interno, motivado pela melhoria dos níveis de emprego e renda. Outro fator, segundo Gonçalves, é a “base de comparação relativamente modesta, uma vez que as MPEs estavam em trajetória de recuperação em janeiro de 2010″.

Setores

Na comparação com janeiro deste ano e o mesmo mês do ano passado, o crescimento da receita obtido pelas micro e pequenas empresas foi impulsionado pelo setor de serviços, com alta de 16,7%. Na sequência aparecem o comércio (6,6%) e a indústria (5,3%).

Na análise por regiões, todas as áreas pesquisas apresentaram crescimento no período, com exceção do Grande ABC, que apresentou queda de 8,5% na receita. O maior avanço foi verificado no interior do Estado, com 16,7%, seguido pela capital paulista, com 8%, e pela região metropolitana, com 2,6%.

Na avaliação do Sebrae-SP, o recuo verificado no Grande ABC é atribuído à base de comparação relativamente forte. Em janeiro de 2010, o crescimento foi de 16,1% ante janeiro de 2009. Como a região também é especializada na atividade industrial, ela foi afetada pela desaceleração do crescimento da economia no início de 2011, devido à maior dependência de financiamento e às dificuldades na exportação, com a valorização do real ante o dólar.

Expectativa

De acordo com a sondagem, a parcela dos empresários do Estado de São Paulo que esperam melhora no faturamento nos próximos seis meses passou de 34% em janeiro para 39% em fevereiro. No mesmo período, passou de 7% para 4% o porcentual daqueles que acreditam numa piora do faturamento. Para 45% dos entrevistados, o faturamento da empresa será mantido nos próximos meses. O restante não soube responder.

Em relação à economia brasileira, a percepção dos empresários ficou praticamente estável na comparação mensal. A parcela daqueles que acreditam na melhora da economia do País caiu de 35% para 34%, enquanto o porcentual daqueles que acreditam numa piora subiu de 8% para 9%. Outros 48% acreditam que a situação continuará igual.

A pesquisa divulgada hoje é realizada mensalmente pelo Sebrae-SP. O levantamento é feito em 2,7 mil micro e pequenas empresas do Estado de São Paulo, que representam a indústria de transformação, o setor de comércio e de serviços.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,sebrae-receita-das-mpes-cresce-9-em-janeiro-em-sp,58574,0.htm

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