Aniversário: Juriti Microfinanças comemora três anos de estímulo ao empreendedorismo

Celebrando três anos de atuação no mercado brasileiro, a Juriti Microfinanças, instituição microfinanceira, já contribuiu para a melhoria do negócio de mais de 6.000 empreendedores.

Fundada em 11 de setembro de 2008, tem como objetivo principal fornecer crédito para empreendedores de micro e pequenos negócios, sejam eles formais ou informais, que têm acesso restrito ao sistema financeiro tradicional. A Juriti também incentiva o empreendedorismo por meio de ações interativas com o público, como a Caravana de Negócios. Com um grupo teatral itinerante, a Caravana percorreu 5 cidades, incentivando de forma lúdica o início de novos negócios. A ação fez parte da Semana Global do Empreendedorismo – promovida pela Endeavor.

Tamanho empenho pela promoção de novos negócios vem espelhada no exemplo de Diether Werninghaus, presidente da Juriti Microfinanças, um empreendedor que deu certo. “Assim como um dia alguém acreditou no meu pai para iniciar um negócio, hoje por meio do microcrédito, oferecido pela Juriti, queremos atuar como agentes multiplicadores, aumentado as chances de sobrevivência dos empreendimentos”, conta Diether, um dos únicos investidores privados que investe em microcrédito no Brasil, acreditando no caráter transformador deste setor.

Ainda, em seu primeiro ano de atuação, a Juriti Microfinanças inaugurou nove unidades de atendimento espalhadas pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, que também atendem as cidades do seu entorno por meio de sua metodologia de concessão de crédito baseada no relacionamento do Agente de Crédito diretamente com o empreendedor, no seu local de trabalho. Desta forma, é possível conhecer o funcionamento de todo o empreendimento e verificar as necessidades do dia a dia, concedendo a orientação mais adequada na tomada do crédito. Hoje a carteira de empréstimo da Juriti está em 19 milhões de reais.

Evolução e oportunidades – Da equipe inicial de nove pessoas, hoje a organização é constituída por noventa e três colaboradores que trabalham diariamente para que o crédito possa chegar aos empreendedores que mais precisam. Nestes três anos, foram mais de 7 mil concessões de microcrédito produtivo e orientado, o que perfaz R$ 34,5 milhões de reais já emprestados, gerando e mantendo 11.148 empregos. Isto é a demonstração que o investimento no empreendedor contribui diretamente para a geração de emprego e renda e o desenvolvimento do seu entorno.

“Nestes três anos de Juriti temos muitas conquistas e superação de desafios a comemorar, desenvolvendo novos negócios e mercados, além de favorecer mais de 6 mil pessoas. Mas vivemos atualmente um momento de reflexão, já que o governo federal vem tomando novas medidas no setor do microcrédito”, conta Mário Livramento, diretor de operações da Juriti Microfinanças.

Esta é também a opinião de Altemar Jucas de Castro Araújo, diretor financeiro do Grupo Juriti, que vê este como um período de oportunidades. “Comemoramos três ótimos anos de expansão e abertura de novos negócios. Estamos em alerta para continuar no mesmo ritmo diante das novas medidas do governo federal e empenhados em favorecer outros cidadãos brasileiros em seus negócios”, conclui.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=172862

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Badesc libera R$ 2 milhões para Juriti realizar microcrédito

BADESC libera mais R$ 2 milhões para microcrédito
22/08/2011
A Juriti Microfinanças é a organização que receberá o montante, e tratará de repassar aos empreendedores

Na segunda-feira, dia 22, o presidente da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina – BADESC, Nelson Santiago, irá visitar a sede da Juriti Microfinanças, em Jaraguá do Sul, para assinatura de contrato de financiamento no valor de R$ 2 milhões para ser aplicado em créditos para empreendedores de micro e pequenos negócios.

Este é o segundo financiamento que o BADESC concede à Juriti. O primeiro aconteceu em novembro de 2009, o que gerou e manteve 1.304 empregos e representou 1.218 operações de microcrédito. A costureira, Lourdes Regina de Freitas, residente na cidade de Joinville, é uma das empreendedoras que foi beneficiada por essa parceria. Obteve seu primeiro crédito para agregar mais uma máquina de costura à sua confecção, e hoje já está com um novo crédito, de capital de giro, para ampliar o seu local de trabalho.

Além do presidente, também visitam a Juriti o Diretor Administrativo e Financeiro, Olívio Karasek Rocha, e representantes da área de informática do BADESC. O objetivo é conhecer o Sistema utilizado pela Juriti que permite integração de informação das nove unidades espalhadas pelos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Mais oferta de crédito
Para poder oferecer crédito para mais empreendedores, a diretoria da Juriti esteve presente no lançamento do Programa Gaúcho de Microcrédito. Em reunião com a diretoria do Banrisul e secretário Maurício Dziedricki, da Secretaria de Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa (SESAMPE), condições foram negociadas para que a Juriti possa integrar a expansão do alcance do Programa Gaúcho, uma vez que já possui quatro agências no estado.

No total, a Juriti Microfinanças, em seus quase 3 anos de existência, já realizou 5.897 operações de microcrédito produtivo e orientado, sendo mais de R$ 50 milhões aplicados no desenvolvimento de empreendimentos da região sul do país.

Fonte: http://www.juriti.net/index.php?pagina=noticias_detalhes&id=173

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Juriti promove convenção nacional planejando o crescimento

Financeira prevê crescimento de 125% nos negócios para este ano

Por Mirian Gasparin

Os conceitos de planejamento e crescimento, tema da II Convenção Anual da Juriti Microfinanças, são a base para o aumento de 125% planejado para 2011. Os 80 funcionários de uma das principais organizações de microcrédito do Sul do País participaram do encontro no último final de semana, no Ribeirão Grande Eco Resort & Spa, em Jaraguá do Sul. Em 2010, houve crescimento de 76%, em relação a 2009, com empréstimos que chegaram a R$14,6 milhões em uma carteira de 3 mil clientes.

Para o presidente da Juriti Microfinanças, Diether Werninghaus, é importante que a segunda convenção ocorra em um momento de ampliação do quadro de funcionários. “Muitos colaboradores estão há poucos dias na organização, mas já estão integrados nos fundamentos de qualidade de atendimento aos clientes e trabalho em equipe”, destaca Diether Werninghaus, também diretor administrativo da rede em Jaraguá do Sul-SC.

Prover microcrédito produtivo e orientado é uma das principais razões da existência da Juriti, que ganhou destaque no setor de microfinanças em pouco mais de dois anos. Inaugurada em setembro de 2008, a diferença é sentida pelos quase 5 mil empréstimos de microcrédito concedidos. Diversas histórias de sucesso foram viabilizadas com a participação da Juriti Microfinanças, como exemplo, costureiras que compraram suas máquinas, lojas e lanchonetes que passaram a ter CNPJ, entre outras ações comerciais de empreendedores que prosperaram.

A consultora em microcrédito, Ewanda Burtzke Kiwito, enfatiza que os pequenos empresários merecem uma atenção de qualidade, como se fossem grandes empresários. “No microcrédito existem milhares de pequenos negócios que prosperaram e se tornam grandes empresas. O agente de crédito que participa das capacitações cresce como profissional e isto se reflete no desenvolvimento dos clientes”, frisa Ewanda.

Fonte: http://jornale.com.br/mirian/?p=12940

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Juriti Microfinanças completa dois anos e anuncia mais R$ 6 milhões para os pequenos negócios

[14-09-2010]

A Juriti Microfinanças, organização de microcrédito com sede operacional em São José dos Pinhais-PR, completou dia 11 de setembro dois anos de atividade, com mais de R$ 17 milhões de recursos aplicados para 2.500 clientes. Durante inauguração da unidade Jaraguá do Sul-SC, também dia 11, a diretoria anunciou novos contratos na ordem de R$ 6 milhões, provenientes de recursos do Banco Itaú, com R$ 4 milhões, e da Oikocredit, com sede na Holanda, em R$ 2 milhões.

O presidente da Juriti, Diether Werninghaus, destacou que o sucesso está embasado em uma rede sócia econômica. “Os pequenos empreendedores, como aqueles que emprestam R$ 300,00 nos indicam para familiares e colegas que também buscam o crescimento empresarial. Com os novos investimentos teremos pela frente mais recursos para apoiar outros micro empreendedores.”

Sobre São José dos Pinhais, o presidente falou que a escolha da Região Metropolitana de Curitiba foi estratégica. “O Paraná, ao contrário do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, possui poucas organizações de microcrédito, e ganhamos rápido mercado na região”, disse Diether Werninghaus.

O diretor Altemar Araújo elogiou o trabalho dos 64 funcionários. “A metodologia do agente de crédito que nós temos como referência, desenvolvida pelo Nobel da Paz de 2006, Muhammad Yunus, tem funcionado muito bem. O pequeno comerciante, como um vendedor de caldo de cana, muitas vezes não pode deixar o seu comércio para correr atrás de crédito, e o atendimento personalizado do agente é muito importante na conquista dos clientes”, enfatizou Altemar Araújo.

Entre os representantes da área econômica que prestigiaram o evento, estavam José Alaor Bernardes, diretor Administrativo e Financeiro do Sebrae Santa Catarina, e Alidor Lueders, vice-presidente Indústria da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (ACIJS).

Homenagem a Geraldo Werninghaus (WEG)
A primeira unidade da Juriti em Jaraguá do Sul foi inaugurada com o nome de Geraldo Werninghaus – um dos fundadores da multinacional WEG Eletromotores -, e pai de Diether, morto em 1999. “Tenho orgulho do trabalho e trajetória da minha família, que me inspira em persistir na consolidação de negócios que fortaleçam a economia do País”, comentou Diether Werninghaus.

12 cidades
A Juriti Microfinanças possui oito unidades, três parcerias via ICC – Instituição Comunitária de Crédito e um ponto de atendimento, sendo a matriz em Jaraguá do Sul-SC e a sede operacional em São José dos Pinhais-PR. Ainda, no estado do Paraná, há a unidade Ponta Grossa.

Em Santa Catarina, a Juriti possui unidades em Rio do Sul e Joinville, além de um posto de atendimento na cidade de Ibirama, junto a um parceiro. No Rio Grande do Sul, há unidades da Juriti nas cidades de Pelotas, Canoas e Canela. Atua nas cidades de Caxias do Sul, Santa Maria e Frederico Westphalen por meio de parcerias com Instituições Comunitárias de Crédito.

Informações
Matriz Juriti Microfinanças em Jaraguá do Sul (47) 3275-0065.
Sede operacional da Juriti Microfinanças em São José dos Pinhais (41) 3081-0508.
Demais unidades e contatos: www.juriti.net.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=31168&op=notas

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Expansão do Microcrédito pelas pequenas cidades

25/08/2010
Canela recebe empresa de microcrédito para pequeno empreendedor

Prepara–se para abrir suas portas em Canela a Juriti Microfinanças – Associação de Crédito ao Microempreendedor –, empresa que atua na criação de uma estrutura de operação micro–financeira, visando oferecer produtos convenientes à população empreendedora que possui acesso restrito ao sistema financeiro tradicional. A empresa opera nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A Juriti Microfinanças iniciou sua operação na região na cidade de Bento Gonçalves, em parceria com a empresa Movelpar. Entretanto, para poder atender a demanda crescente de clientes, decidiu–se por um local próprio em Canela, buscando atender também cidades como Gramado, Nova Petrópolis e São Francisco de Paula, além de continuar com o atendimento em Bento Gonçalves. “A empresa optou por Canela por ser uma cidade com grande potencial de crescimento”, destaca o Secretário de Desenvolvimento Econômico Luciano Melo, que se reuniu com a diretoria da Juriti, no último dia 24. Estiveram presentes o presidente Diether Werninghaus, os diretores Mário Livramento e Altemar Araújo, e o coordenador da agência de Canela Rodrigo Ribeiro.

A diretoria apresentou à Prefeitura de Canela a proposta da empresa: atendimento personalizado junto aos clientes que atuam em micro e pequenos negócios, através da aplicação de microcrédito. A Juriti financia mercadorias, matérias primas, maquinários, veículos, melhorias ou ampliações no local de trabalho para microempreendedores. A previsão é de que no mês de setembro a empresa dê início as suas atividades. Em Canela, a agência está localizada na Av. Júlio de Castilhos, 399, sala 6, telefone 32821361.

Fonte: http://www.canela.rs.gov.br/site2009/site/content/noticia/index.php?id=595

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O desafio do microcrédito

Mário Livramento. Publicado em 23/02/2010 no jornal Gazeta do Povo.

Passado o tempo em que a discussão era a de ofertar ou não o crédito ao empreendedor informal, nos deparamos com um novo desafio: o de encontrar operadores para trabalhar com os recursos destinados a ele. O governo brasileiro tem em média R$ 1 bilhão para oferecer ao setor do microcrédito produtivo orientado. Entretanto, grande parte desse valor não chega aos pequenos empresários, àqueles menos estruturados que necessitam desse capital para desenvolver seu negócio, crescer, se formalizar, aumentar sua margem de lucro e assim ampliar a geração de emprego e renda.

Ainda não temos organizações suficientes e interessadas em operar esse volume de crédito no Brasil. Não há vontade das organizações em se preparar para a sua aplicação no mercado, uma vez que essa é uma operação considerada cara e trabalhosa. Todavia, é necessário encarar que à medida que o mercado que está no pico da pirâmide, onde estão concentradas estruturas com maior poder econômico, vai ficando mais competitivo, as instituições financeiras e organizações afins vão se obrigando a descer para trabalhar com a sua base. Isso já vem ocorrendo.

A sociedade já avançou bastante nesta questão de financiar também o informal, pois entendeu que à medida que um empreendedor vai crescendo, ele se obriga a formalizar seu negócio, tendo em vista o seu progresso, o aumento da lucratividade e da sua competitividade. Há um conjunto de fatores que fazem com que o empreendedor fique na informalidade por mais tempo. Mas quem oferece microcrédito não entra nesse mérito. Há uma consciência de que o próprio empreendedor sabe o momento certo para se formalizar e que se esse processo for acelerado, ele certamente ocasionará mais riscos para o empreendimento. No momento em que um empreendedor começa a prestar serviço para uma grande empresa ou órgãos governamentais, ele necessariamente busca a formalização.

A grande dificuldade, hoje, é ter microcrédito em larga escala. O governo já criou vários mecanismos de estímulos, utiliza parte do depósito de compulsórios para aplicar em microcrédito, mas, as instituições financeiras teimam em não operar neste setor. Seja porque não dominam ou porque não querem dominar a sua metodologia.

Elas têm foco apenas em negócios mais estruturados. A atividade bancária é uma das mais estruturadas, talvez a mais desenvolvida no mundo todo, e no Brasil ela é altamente sofisticada; atua muito com a automação, enquanto o microcrédito se baseia em especial no relacionamento pessoal.

A metodologia do microcrédito pede que se avalie bem o cliente, que se aplique um levantamento socioeconômico, verifique se o empreendedor foi bem transparente ao fornecer os dados do seu negócio, se houve receptividade na visita do agente de crédito.

O agente de crédito também verifica se o empreendedor investiu o capital naquilo que planejou e informou ao solicitar o empréstimo. É um processo que gera cumplicidade e ao mesmo tempo uma certa autoridade ao agente para que ele possa cobrar, se necessário for, o resgate do crédito. De outro lado, o empreendedor percebe que a instituição apostou nele, estimulando-o a conduzir o seu projeto e a arcar com os compromissos financeiros.

O que percebemos hoje é que os bancos ditos oficiais conseguem descer um pouco mais os degraus na escala dos mais necessitados, porém ainda não ao ponto de chegar ao negócio informal. É preciso ter diversas estruturas envolvidas com o microcrédito e de forma integrada, para que ele chegue realmente a quem mais precisa e em larga escala. O microcrédito é muito significativo em sua missão, mas possui uma fatia pouco significativa no mercado, mesmo sendo o combustível para a iniciativa empreendedora.

É preciso lembrar que não há sociedade forte sem empreendedorismo forte. É chegado o momento de levar o empreendedorismo a sério e construir estruturas sólidas e mecanismos sólidos de apoio a essas estruturas.

Mário Livramento é diretor executivo da Juriti Microfinanças, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, realizadora da Caravana de Negócios para o Microempreendedor Individual

http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=976386&tit=O-desafio-do-microcredito

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